Pipoca & Nanquim publicará o mangá “Chou no Michiyuki”

Obra é de Kan Takahama

A editora Pipoca & Nanquim divulgou hoje, por meio de seu canal no Youtube, que publicará no Brasil o mangá Chou no Michiyuki (蝶のみちゆき), de Kan Takahama. A obra deverá se chamar no Brasil O último voo das mariposas e esse será o terceiro mangá da editora em 2019, vindo após Virgem depois dos 30 e O Preço da Desonra (também anunciado hoje).

Capa alemã

Chou no Michiyuki foi publicado no Japão 2014 pela editora Leed e teve um volume no total. Em 2016, a obra foi indicada para o 20º Tezuka Osamu Cultural Prize. No ocidente já saiu na Alemanha, na Espanha, na Itália e na França. 

Sinopse: Kicho, a mais bela cortesã de Nagasaki, seduz todos os homens sem exceção. No entanto, do velho comerciante bêbado ao médico estrangeiro, ela continua aceitando todos os clientes, mesmo os mais desprezíveis. Que segredo esconde por trás de sua doce melancolia? O jovem que alimenta um ódio feroz por ela detém talvez as chaves do mistério… Finalmente conheceremos a história oculta de amor e morte do passado de uma cortesã sem igual e um homem gravemente enfermo. Este é o mangá que você deve ler agora. Conta a história de uma bela prostituta em uma época que achamos que conhecemos, mas que na realidade não sabemos nada. É uma história comovente que se destaca pela qualidade de desenho e de roteiro que não procuram fazer alarde, mas mostram-se brilhantes por isso mesmo.
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16 comentários

    1. Clássico? Em que concepção isto é um clássico? Mesmo no Japão essa editora e suas obras são super alternativas. Não que isso desmereça o trabalho.

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  1. Esse me interessou bem mais que aquele VIRGEM DEPOIS DOS 30, que mesmo com desconto de 30% hoje na amazon, não me convenceu a comprá-lo.

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      1. Viagem? Amigo, o acabamento do mangá vai ser como o do Virgem de 30 anos, sendo papel Lux Cream e capa cartonada com sobrecapa, ou seja, igual a GTO da New Pop que está saindo a R$24,90 ou Magus Bride da Devir que está saindo por R$ 28,90, mas que lançou a R$ 24,90 (apesar do Papel Munken), a diferença consiste no tamanho do mangá ser um pouco maior, no entanto não justifica o preço de R$ 49,90, quase o dobro de obras como essas que vendem bem, mas não tem um público muito grande como os shonens. Enfim, é claro que vai vender bem por ser do pipoca&nanquim, mas viagem não é não.

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        1. Só me intrometendo aqui:

          Pelo que eu sei, eu tenho quase certeza que o Shizuo ali em cima compra os mangás do selo Tsuru da Devir. Tanto ele, quanto eu, quanto diversas outras pessoas não costuma reclamar do acabamento das obras do selo, e achamos os preços praticados pela editora justos na medida do possível e que condizem com o acabamento. São obras alternativas, de autores consagrados internacionalmente, mas que não costumam ter saída pelas editoras tradicionais. Imagino eu que seja por isso que ele disse que é uma viagem você dizer que o mangá do PN terá “Preço muito superior ao acabamento”.

          Veja bem, o mangá mais barato do selo Tsuru é “O Homem que Passeia” que saiu a R$ 55,00 na época do lançamento em 2017 e esgotou. Agora foi reimpresso e será reajustado para R$ 65,00. Ele tem cerca de 240 páginas e sobrecapa. Além de um papel offwhite de qualidade, no caso o Munken (que é europeu, não lembro se de Portugal ou da Espanha). O formato dele é 17 x 24 cm.

          A diferença desse mangá para “Virgem Depois dos 30” é o tamanho (o mangá do PN tem o formato 15,5 x 22 cm, ou seja é 1,5 x 2 cm menor) e o papel (o mangá do PN usa o Lux Cream, que também é um offwhite de qualidade, vindo da europa, da Noruega, se não estou enganado), mas que no fim se equivalem. Então se o mangá da Devir a gente considera o preço condizente com o acabamento, o natural é considerar também o mangá do PN igualmente condizente. É por isso que o Shizuo acha que você está viajando. Pelo menos é isso o que eu imagino. Ele pode me desmentir depois quando vir essa mensagem.

          O mangá do PN tem preço alto, mas isso não quer dizer que o preço dele não esteja justificado. Está na média do mercado em relação a obras alternativas publicadas por editoras alternativas.

          ——-

          Você comparou com “GTO” e “Magus Bride”, mas a comparação é totalmente injusta e equivocada, pois as duas obras são populares. “Magus Bride” então é coisa de outro mundo. Você não tem noção do quanto essa série é (ou era) amada. No dia que postamos a capa nacional do primeiro volume do mangá lá no Facebook, a gente ganhou cerca de 200 seguidores de uma hora para a outra, tamanha a fama da obra (acho que nunca mais teve algo assim). Pode até ter esfriado com o passar do tempo, mas “Magus Bride” é obra popular que não deve nada a outras, não. “GTO” é a mesma coisa e por isso mesmo a NewPOP o transformou em mensal.

          Não é justo comparar uma obra popular com uma extremamente alternativa, porque a alternativa paga o preço exatamente de ser alternativa: tiragem pequena, para vender para poucas pessoas, o que resulta em um preço mais caro, por isso a comparação mais justa é com as obras do selo Tsuru.

          Aliás, Magus Bride e o citado O Homem que Passeia são da mesma editora e o acabamento é idêntico, a diferença é o tamanho. “Magus” é menor e saiu a R$ 24, “O homem” é maior e saiu a R$ 55. Isso lá em 2017. Pelo que me lembro, o preço de Magus foi sempre o mais criticado. Na época não era muito comum mangás mainstream saírem acima de 20.

          Curtido por 3 pessoas

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