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Mangá “Battle Royale” em pré-venda

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A editora Pipoca & Nanquim colocou em pré-venda, no site da Amazon, o primeiro volume do mangá Battle Royale, de Koushun Takami e Masayuki Taguchi.

O mangá virá no formato 15 x 24 cm (maior que o padrão da editora), com miolo em papel Pólen Bold 90g, capa dura em baixo relevo e cor especial, e sobrecapa com verniz localizado. Ele tem 620 páginas no primeiro volume e o preço será R$ 169,90, mas na pré-venda ele está com 30% de desconto saindo por R$ 118,90.

O lançamento está previsto para o dia 13/06/2024. Para encomendar, basta clicar no link abaixo.

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BATTLE ROYALE © 2000 by Koushun Takami; Masayuki Taguchi / AKITA SHOTEN

Battle Royale é uma adaptação de um livro de mesmo nome (disponível no Brasil pela editora Globo) e foi publicado no Japão entre 2000 e 2005 na revista Young Champion, da editora Akita Shoten, sendo concluído em um total de 15 volumes.

No Brasil, o mangá foi lançado originalmente pela editora Conrad entre 2006 e 2011, sendo completado em 15 volumes. Agora a obra retorna pela Pipoca & Nanquim em uma edição que compila 3 volumes em 1, sendo concluído em 5 no total.

SinopseShuya cresceu em um orfanato e sonha em se tornar um astro do rock; Noriko é uma garota doce e gentil que gosta de cozinhar e cuidar de seus irmãos; Shinji é o melhor atleta da escola e faz sucesso entre as colegas; Kawada é um sujeito de poucas palavras que guarda um terrível segredo; Sugimura é um lutador habilidoso que domina todas as artes marciais; Kazuo é um impiedoso líder de gangue; e Mitsuko sabe usar o sexo para conseguir tudo o que quer… O que estes jovens têm em comum? Foram todos selecionados para “O Programa”, um jogo sádico promovido por um governo ditatorial, que reúne todo ano 42 estudantes do fim do Ensino Fundamental em um local isolado e os obriga a caçar uns aos outros até que reste apenas um sobrevivente. Enquanto alguns alunos não perdem tempo e logo entram no jogo, Shuya e Noriko se recusam a participar da carnificina, determinados a encontrar alguma forma de fugir daquele pesadelo sem precisar sujar as mãos de sangue. Mas, quando a ordem é “matar ou morrer”, até que ponto eles podem confiar em seus colegas de sala?

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