
Saiba como é
Desde 2021, o grupo CLAMP começou a ter algumas de suas obras republicadas no Japão pelas editoras Kodansha e Kadokawa Shoten, em uma coleção chamada de CLAMP Premium Collection. Tal coleção consiste no lançamento de algumas de suas séries com novas capas e em um formato similar, buscando uma “harmonização” entre as obras.
Atualmente três títulos já fazem parte da coleção: XXX Holic (Kodansha), Tokyo Babylon (Kadokawa Shoten) e Guerreiras Mágicas de Rayearth (Kodansha). Até o momento, as coleções têm seguido o número de volumes originais, assim, por exemplo, Holic teve 19 volumes, do mesmo modo que na primeira publicação.
Adquirimos o primeiro volume de XXX Holic – CLAMP Premium Collection e viemos mostrá-lo para vocês em detalhes, falando do tamanho, da qualidade, etc.
XXX HOLIC – CLAMP PREMIUM COLLECTION
XXX Holic – CLAMP Premium Collection foi publicado no chamado formato B6 (cujo tamanho é mais ou menos 13 x 18 cm) e, pelas informações do site da Kodansha, trata-se do mesmo tamanho da primeira publicação japonesa.
Para quem não conhece o tamanho dos mangás, ele é menor que os títulos em formato padrão da JBC e da Panini, sendo similar a Given, Dead Dead Demon’s Dededede Destruction, Fruits Basket – Edição de Colecionador e InuYasha Wideban.
Assim como é comum em todos os mangás do Japão, XXX Holic – CLAMP Premium Collection é publicado com sobrecapa. Entretanto o material usado na sobrecapa é diferente dos demais mangás.
Nos títulos comuns, as sobrecapas (tanto de mangás do Japão, quanto de outros países) costumam ser em papel couchê (aquele papel “plástico”) ou similar, mas a sobrecapa de Holic é em um papel diferente, mais grosso e com um toque mais sublime, que dá a sensação de você estar manuseando algo realmente “premium”.
Vejam algumas imagens:
A capa abaixo da sobrecapa é feita em um material similar aos títulos de capa cartão convencional, sendo levemente mais mole. Internamente, o mangá possui oito páginas coloridas em papel couchê. A título de informação, o papel couchê usado nelas é mais grosso do que o usado em mangás do Brasil.
O papel utilizado nas páginas em preto e branco é algum do tipo offwhite (da mesma família do pólen, do avena, entre outros), meio fino (mas nem tanto) e que é um tanto “rugoso” no toque. Entretanto quando você passa a mão no corte do mangá ele é bem liso, sendo ótimo de se manusear.
Por fim, um detalhe interessante é que o mangá vem com um brinde, um cartão postal com a imagem de capa da primeira publicação japonesa. Vejam a seguir:
E O VEREDICTO?
Achei a edição muito bonita e bem melhor do que outros mangás japoneses que possuo. É uma edição bem feitinha e que seria muito legal tê-la no Brasil, em formato semelhante, com cada detalhe. Não sei se isso seria possível. De todo modo, fica a nossa torcida.
No mais, caso você queira comprar o mangá em japonês, há uma lojinha na Shopee vendendo (clique aqui). Em geral, após a compra demora cerca de 30 dias para ser enviado.
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