JBC divulga reajuste de preço de “Fullmetal Alchemist” e outros dois mangás

Confira o novo preço…

Na tarde desta sexta-feira, 21/09/2018, a editora JBC divulgou, por meio de seu canal no Youtube, que três de seus mangás irão sofrer reajuste de preço, Fullmetal Alchemist, The Seven Deadly Sins e Saintia Shô.

O primeiro subirá de R$ 17,90 para R$ 19,50. Os outros dois subirão de R$ 15,90 para R$ 17,90. A empresa ainda disse que as futuras reposições de volumes esgotados desses títulos também virão com esse novo valor.

A empresa já havia divulgado anteriormente que algumas obras que sofreriam reajuste e essas são as primeiras a terem o novo preço revelado. Semanas atrás a editora explicou que devido aos problemas de distribuição em bancas de revista e consequente diminuição dos pontos de venda, a tiragem (número de cópias impressas) teve que ser reduzida, ocasionando também no aumento de preço.

28 Comments

  • babyfacedman

    Ainda bem que eu assinei Fullmetal Alchemist desde o primeiro número.

  • Eraldo Rocha

    PQP ! Pagar R$ 17,90 em um mangá com papel jornal é de cair o C* da bund*

    • Jorginho

      Concordo plenamente amigo! Eu já dropei tudo! Não dá mais para colecionar nada no BR! E olha que trabalho e ganho bem, mas me recuso a pagar tais valores! Principalmente qdo encontramos erros de revisão e de ortografia até no KANZENBAN! Inadmissível! Mas esperar oq de pessoas como o Del Grecco e Medauar, que só sabem proteger um ao outro e manter essa panelinha patética em um pseudo-círculo editorial! Azar q a casa está caindo para eles!

      • Eraldo

        Tempos de trevas para colecionadores.
        O jeito é finalizar as coleções em andamento e repensar esses gastos.
        Começar novas coleções é totalmente fora de cogitação hoje.

  • Daia Artie

    19.50 em um offset que o tamanho é menor que o OPM não dá. Infelizmente vou ter que pagar esse preço pra não perder a coleção e parar com as coleções por enquanto. Vou ter que deixar Hokuto pra lá. Com esses preços nem se eu fosse rico.

  • Carlos Eduardo

    Pqp, agora vou, no máximo, conseguir comprar dois volumes por mês. E com uma qualidade porca de papel. Aliás, alguém me tira uma dúvida, é esse mês ou ao longo do final do ano que irão repor FMA?

  • Starrk

    Caro demais, sorte q FMA ta no fim, mas do jeito que tá com a jbc e a panini vou repensar 2x antes de começar qualquer coleção (principalmente de séries que não terminaram).

  • satosa

    Pagar 18 reais em um shounenzao genérico que nem nanatsu?
    Tá foda.

  • gilberto.

    Caramba!!! R$ 17,90 em um mangá em papel jornal? Estou com muita coisa pendente, cada vez mais complicado por todos os mangás em dia, o preço só faz aumentar e aumentar.. Nem sei mais o que eu faço, perdi o controle XD XD XD. Não esperava essa facada de FMA e de SDS, únicos mangás que compro da JBC hoje em dia. Felizmente FMA está na reta final e SDS é bimestral. Vou esperar FMA terminar para poder começar Lost Canvas. E olha que eu gostaria de colecionar Bungo, A rosa de versalhes, alita last order, punpun, erased, fire punch, hokuto no ken, além das novels de overlord, sao e re zero.

  • Miguel

    Tô curioso pra ver o reajuste do kanzenban q logo de cara nem cogitei pegar e qnd critiquei o valor fui banido do Facebook da Jbc…
    Ainda temos as reposições com reajustes, e os lançamentos…
    Assim até eu tiro ferias no Havaí igual o editor…kkkkk
    Falando sério: No BR, tudo tem ficado cada vez mais absurdo e colecionar mangá ñ foge a regra, infelizmente

  • Com isso, infelizmente dropei The Seven Deadly Sins no volume 29… Assim como My Hero Academia, que deve aumentar também… Foi-se o tempo que conseguia manter 7/8 coleções… Hoje pago em 2 mangás o que antes pagava em 3… É hora de dropar tudo, refazer os cálculos e escolher apenas 1 ou 2 pra manter.

  • João Henrique

    A única coleção nova que comecei esse ano foi Zelda (até Boruto e DBS eu passei) e naquele esquema de esperar o preço cair 40%. Ainda bem que Vagabond e FMA vão acabar, são mensais. Agora só nas grandes promoções.

  • Tales Lucena

    Comprei os primeiros shonen “de lutinha” nesse preço de R$ 21,90 (paguei menos na Saraiva) e chegaram na semana passada. Não sou sommelier de papel, mas achava que o papel viria mais próximo da qualidade de Vagabond, Pluto e I am a hero.

    Cobrar R$ 21,90 em shonen de lutinha, naquele papel de qualidade sebosa e com aquele acabamento, é uma afronta.acabamento, é uma afronta.

  • Marcelo

    Deus amado… Pagar tudo isso num Shonen mao meno, mao meno? E em papel jornal? É… Só não dropo esse Saintia porque a partir desse entra em hiato longo. Mas se fosse mensal ou bimestral, a coisa não ia ajudar. Sem contar que é a obra mais fraca de todo o universo Cavaleiros, que como já disse, não ajuda.

  • João Henrique

    Encerrando:
    Status de coleções em andamento
    Shingeki no Kyojin: Irregular (amém)
    Vagabond (acabando)
    FMA (acabando)
    Toriko (quadrimestral, amém)
    To Love-ru (última edição amém)
    Santia Shô (entrando em hiato amém)
    The Seven Deadly Sins (É bimestral mas deu uma bambeada por causa da crise e atrasou)
    Uq Holder (era pra ser bimestral mas tá totalmente irregular, amém)
    One punch man (assinatura 50% Black friday, alcançando Japão amém)
    One Piece (assinatura black friday 50%)
    Naruto Gold (assinatura Black Frifay 50%)
    Tokyo Ghoul: RE (Assinatura normal)
    My Hero Academia (Bimestral)
    Slam Dunk (bimestral)
    Berserk (Bimestral)
    CDZ -Nest Dimensio (irregular)

    Breve meu custo vai cair:
    To Love-ru (bimestral)
    FMA e Vagabond no começo do ano que vem acabam (Vagabond na verdade alcança o Japão mas…)
    One Punch man, Santia Sho vão alcançar o Japão e dar pausas maiores
    CDZ, Shingeki no Kyojin estão com publicações bem irregulares por terem alcançado ou estarem proximo ao Japão.

    Meus custos constantes só vão virar somente Slam Dunk, My Hero Academia, Berserk e as assinaturas.

  • A culpa É INTEIRAMENTE NOSSA! Vivemos em épocas preguiçosas, ninguém mais quer ir a uma banca de revistas, lojas especializadas para comprar seus mangás e gibis a preços normais estipulados pela editora. Sempre corremos atrás de descontos, comprar pela internet, aproveitando as promoções e frete grátis. E deu nisso. Bancas fechando, lojas virtuais se quebrando por causa da GRANDE AMAZON e o que sobrou para nós? O resultado ta aí. Preços exorbitantes, tiragem menor, nada de reimpressão de mangás, pois acredito que é um risco de não poder vender e ainda ficar encalhado. Fechara as portas para os mangás shoujos. CULPA NOSSA. E PAGAMOS UM PREÇO ALTÍSSIMO

    • gilberto.

      A culpa é do consumidor que busca a melhor forma para comprar? O consumo mudou porque o consumidor mudou. Ninguém mais quer ir para bancas, pois o que tem na banca, tem na internet. A crise deu início a partir daí. É o mesmo que a JBC te criticar por você não comprar a HENSHIN para ter informações sobre mangás/animes e consumir isso aqui, na internet.

      O problema das editoras é generalizado, não afeta somente quem publica mangás. O que tá afetando é o preço do dólar nas alturas, que aumenta os valores dos contratos e custos de distribuição, a crise da Abril – que está há anos com problemas financeiros e tem monopólio na distribuição nacional em bancas -, e a crise das livrarias.

      A melhor qualidade dos mangás é um reflexo disso, o aumento nos preços é consequência. As editoras preferem vender um mangá com qualidade superior por 22 reais, pois tem um público para isso, a vender um por 17 reais, lançado em papel jornal, que talvez nem venda.

      O que tá salvando as editoras é a Amazon. Ela é praticamente a única que tá pagando tudo em dia. Não notou que os mangás da JBC e NewPop não estão indo mais para a Saraiva? Que não estão indo mais para as bancas? A crise não se instalou quando a Amazon chegou, esse problema existe há tempos, mas só foi estourar agora.

      E olha que nem vou entrar em muito detalhe sobre a falta de hábito do brasileiro em ler, a crise econômica, o desemprego, aumento dos preços em tudo… Eu ainda acho que as editoras estão fazendo mágica, principalmente a JBC e NewPOP, que não têm capital estrangeiro para sustentá-la em uma crise prolongada.

    • Perdeu uma excelente oportunidade de ficar quieto.. largou uma enxurrada de besteira no comentário… tudo errado, tudo do avesso… O Gilberto aí embaixo já explicou tudo onde vc errou, e ainda foi mto educado! Parabéns por ser um imbecil completo..

    • Olha só: se Amazon (e Saraiva) oferece descontos, o normal do consumidor é aceitar esse desconto. Não existe nenhuma lógica que faça o consumidor preferir pagar mais por algo sem que ele tenha um benefício maior. Eu faço assinaturas de mangás e light novels para ter o conforto de receber em casa e não ter que ficar me preocupando em comprar. Poderia esperar e ter descontos dessas lojas, mas a praticidade de receber os produtos sem ter que gastar dinheiro em um dado mês é muito melhor. Agora qual o benefício de se comprar em banca de revista? Muita gente prefere olhar e comprar na hora, esse é o benefício, mas para outra muita gente isso não significa nada e não faz sentido pagar mais caro.

      Além disso, mesmo se a Amazon e Saraiva só vendessem os mangás pelo preço de capa e não oferecessem frete grátis, ainda assim em muitos lugares do país seria mais vantajoso comprar nelas do que ir em uma banca de revista. Eu, por exemplo, não vejo sentido em sair de minha casa e gastar dinheiro com passagem de ônibus para ir na banca uma vez na semana comprar os lançamentos do período. Eu gastaria um total de R$ 25,60 por mês para ir e voltar. Comprando pela Amazon, eu gastarei de frete um total de R$ 7,90. Por qual razão eu pagaria mais caro? Qual o benefício eu teria de comprar em comprar em banca? Nenhum. Hoje banca de revista é só um local que visito a passeio e compro títulos por impulso, nada além disso.

      Aliás, existe uma lenda muito repetida que as pessoas acreditam sem nem pensar, a lenda de que banca de revista existe em todo o lugar, mas não passa disso mesmo, lenda. Pode até ser verdade em São Paulo e outras grandes cidades do país, mas na maioria dos mais de 5000 municípios do país, bancas é algo bem restrito a alguns pontos, bancas que vendem mangás então…

      Agora, se formos falar de lojas especializadas… eu duvido muito que mais de 50 cidades do país inteiro possuam alguma. Como você pode dizer que é preguiça do consumidor, se loja especializada praticamente não existe e bancas são raras em boa parte das cidades? Não faz sentido esse comentário.

      Toda loja online é, na verdade, um democratizador no acesso à cultura. Uma obra que você não conseguiria comprar em sua cidade, agora pode ser adquirida sem o menor problema, não importa em que cidade do país você esteja.

      Dito isso:

      A culpa nunca é do consumidor! Não se deve culpar alguém por não ter acesso a bancas de revistas, por não ter acesso a lojas especializadas e livrarias. Não se deve culpar alguém que, mesmo tendo acesso a esses locais, não tem dinheiro para ficar pagando o preço de capa. Também não se deve culpar alguém por preferir praticidade e conforto. Se uma rede de supermercados da minha cidade me oferece a opção de comprar na Internet e agendar um horário para a entrega das minhas compras, por qual motivo eu iria querer passar o meu sábado em um supermercado lotado? Praticidade não é preguiça.

      Antes da Amazon e da Saraiva entrarem firme nessa onda de descontos, a loja para pagar pouco era a falecida Liga HQ, no qual eu comprava mangás novos por R$ 1,40 devido ao programa de pontos surreal da loja. Certamente foi por isso que ela faliu, mas nem eu, nem qualquer pessoa que comprava na loja pode ser considerado culpado. Má gestão de uma empresa não é culpa do consumidor.

      —–
      Em tempo:

      Bancas fecharem é um fenômeno que acontece de forma acentuada desde bem antes da entrada da Amazon. Nessa reportagem de 2012, diz que São Paulo perde uma banca de revista por dia, nessa época estando com cerca de 3,9 mil bancas:

      http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2012/08/14/sp-perde-uma-banca-ao-dia-editoras-lamentam.html

      Estamos falando da maior cidade do Brasil e que tem o maior contingente de bancas e pessoas consumindo do país, agora imagine em outros locais como já não estava a situação em 2012? Na reportagem abaixo, datada de 2014, diz que o Paraná perdeu 40% das bancas em 4 anos. Em 2014, a Amazon ainda começaria a vender livros físicos.

      https://www.gazetadopovo.com.br/economia/numero-de-bancas-de-revista-cai-40-no-parana-eh4d2kn5t9ghd2txcigkkpd8u/

      Então, certamente a Amazon tem sua parcela de culpa na diminuição da compra de quadrinhos em bancas de revistas, mas certamente ela não é totalmente culpada pelo fim das bancas, afinal todas as demais revistas (palavras cruzadas, revistas de moda, revista teen, revistas de novelas, etc) não são vendidas na multinacional até onde sei.

    • hayashy

      UAU! Gostei das respostas do pessoal aqui. De fato, é isso mesmo q está acontecendo no mercado editorial no segmento de quadrinhos. A crise assolou o país de maneira geral e, no caso das comics e mangás, não seria diferente.

      Mas peço desculpas pelos comentários q foram extremamente imbecis. Momento de raiva por não poder cocomprar o queremos. Estou buscando estudar e buscar um emprego melhor q estou no atual e ver se sobra pra comprar outras coisaa.

  • Urashima

    Será que tá caro mesmo? Em 06/2007 a JBC lançou Death Note, formato Tanko, papel jornal, preço R$ 10,90. Pesquisem no Google sites de atualização monetária, coloquem este valor sendo atualizado pelo IPCA (indice de inflação oficial). O resultado é que aqueles R$ 10,90 de 2007 são o equivalente a R$ 20,71 de hoje. Houve um aumento de preços bem abaixo da inflação, e lembrando, a JBC teve que retirá-los das bancas e por consequência diminuir a tiragem aumentando o custo. Lembrando que em 2007 o salário minimo era de R$ 380,00 e hoje é de R$ 954.
    Só para não ficar só na JBC, os mangás da Panini, no mesmo padrão, custavam R$ 9,90 na época, o que seria o equivalente hoje a R$ 18,81.
    Eu sei que reclamar, espernear, xingar, sempre chama mais atenção do que a racionalidade, mas fato é que os preços dos mangás subiram bem menos que a inflação do período e isso não parece ter significado um aumento no número de leitores. Claro que eu gostaria que fossem mais baratos, mas compreendo que isso faz parte de uma economia de mercado e tenho maturidade para entender que se um hobby está mais caro do que estou disposto a pagar, eu simplesmente me adpto a essa nova realidade, seja diminuindo a quantidade ou mudando de hobby.

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