HQ francesa de “CdZ” em pré-venda

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Na manhã desta sexta-feira, 21 de março de 2025, a editora NewPOP colocou em pré-venda, no site da Amazon, o primeiro volume da hq francesa Saint Seiya: Os Cavaleiros do Zodíaco – A Odisseia do Tempo.

O quadrinho vem no formato 22 x 29 cm, em capa dura, com 64 páginas no total (todas coloridas) e custará R$ 89,90. A previsão para o início dos envios é para o dia 26 de maio de 2025. Para encomendar, basta clicar no link abaixo:

  • Saint Seiya: Os Cavaleiros do Zodíaco – A Odisseia do Tempo #01: Amazon

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Havia a dúvida se a NewPOP iria lançar a edição comum ou a edição de colecionador. Pela capa e pelo tamanho dava a entender que era a edição comum e agora pela quantidade de páginas divulgada isso se confirmou, visto que a edição de colecionador francesa possui 20 páginas a mais de extras.

SAINT SEIYA: LES CHEVALIERS DU ZODIAQUE – TIME ODYSSEY © 2022 by Jérôme Alquié; Arnaud Dollen; Masami Kurumada / ALL RIGHT RESERVED

Saint Seiya: Os Cavaleiros do Zodíaco – A Odisseia do Tempo é de autoria de Jérôme Alquié e Arnaud Dollen, com supervisão de Masami Kurumada, e começou a ser lançada na França no dia 30 de setembro de 2022. Saíram 3 volumes até o momento e a  previsão é que seja concluída em 5, cada um focando em um cavaleiro de bronze.

Sinopse do primeiro volumeDesde o início dos tempos, os deuses do Olimpo lutam pelo controle da Terra. Contra eles está a deusa Atena, auxiliada por seus cavaleiros! Quando um novo adversário entra em cena, o futuro dos Cavaleiros fica em risco. Será que Ikki, o Cavaleiro Fênix de Bronze, conseguirá desvendar os fios do destino?

6 Comments

  • Dodo Briant

    Essa aí é para caçar dinheiro dos trouxas, muito caro pelo que oferece.

  • Willian Marins

    Francamente falando, das 2 opções apresentadas nessa hipótese, 200 reais de uma vez ou 90 por enquanto, nenhuma das 2 me parece atrativo.

    Já percebi que só não faço parte do público alvo dessa obra. Mesmo sem comparar com mangas, HQs e muito menos livros, ainda não acho certo pagar 90 reais em apenas 64 páginas. Me sinto pior ainda sabendo que tem uma versão mais completa lá fora que não é a versão que estaremos recebendo (e isso seria o caso mesmo que o valor fosse diferente).

    Você está certo em assumir que não sou familiar com essas publicações franco-belgas, nunca me interessei por nenhuma obra deles pois sempre as achei muito caras, e agora que foi trago a minha atenção a ligação delas (serem franco-belgas) vejo o porquê. Sou da opinião que devem sim ser comparadas a mangas e HQs, afinal independente da origem ou formato no qual foram vendidos a princípio, o fato é que estão sendo vendidos agora no mesmo mercado, o brasileiro nesse caso. Ser “franco-belga” não adiciona nada de valor a obra em si, pense da seguinte forma: se obras coreanas fossem mais caras que as japonesas apenas por serem da Coreia, não seria meio estranho? Por que obras franco-belgas tem um “passe” para serem mais caras? Taxas? Preço do euro? Licenças mais caras? O formato, como eu já mencionei, não justifica o preço sendo que temos exemplos de formatos parecidos em obras americanas que são mais baratas.

    Acho que essa postura de apenas “aceitar” que “é, são mais caras mesmo e ponto” é uma postura muito ruim de se ter como um consumidor. Mesmo que tenham razões justas para o preço maior de obras franco-belga não deveriamos apenas aceitar sem nem questionar, assim as coisas nunca mudam e não custa nada tentar, mesmo que no final das contas não tenha como nada mudar. Alias, eu adoraria ler um artigo sobre isso, o motivo do preço tão mais elevado de obras franco-belgas, se já não tiver um por aí seria legal se a biblioteca de mangas fizesse um, talvez, acho que poderia ser bem interessante e esclarecedor.

    Bom, é isso, apenas minha opinião, já entendi que é assim que esse nicho do mercado de comics funciona no Brasil, não concordo e não acho certo, mas evidentemente não sou o público deles, não tenho mais nada a acrescentar a discussão.

  • Willian Marins

    Eu não sei se estou fora de toque com essas coisas hoje em dia, mas estou certo em achar que é meio insano uma HQ de apenas 64 páginas custar 90 reais? Sim, entendo que é todo colorido e com capa dura, mas mesmo assim, não é meio doido? Dei uma pesquisada rápida na amazon, HQs da marvel de capa dura custa geralmente em torno de 60 reais, algumas chegam a sair por volta de 100 mas imagino que sejam mais antigas e por isso subiram de preço devido a escassez delas no mercado, mas de qualquer modo, me parece muito absurdo esse preço do cdz, ainda mais sabendo que existe uma versão de “colecionador” com páginas extras dessa HQ e que não é a versão que será vendida, então em tese estaríamos pagando 90 reais por uma HQ incompleta? Digo, 20 páginas são conteúdo pra caramba, ainda mais considerando que a HQ “normal” só tem 64.

    Sou muito fã de cdz, coleciono tudo que lançam deles aqui no Brasil (de leitura), mas francamente, essa HQ vou passar, me sinto lesado só de pensar em compra-la. Máximo que eu estaria disposto nessa situaão é comprar daqueles super promoções da amazon que ela dá uns descontos de mais de 50% no preço daqui uns meses ou talvez uns anos, porque por esse preço, por esse pouco de páginas (mesmo que coloridas) e sabendo que existe uma versão lá fora que tem 20 páginas a mais de (suponho) história (ou mesmo que não seja história, que seja só de conteúdo extra) me sinto realmente sendo roubado.

    Volto a pensar se não seria legal as editoras lançarem 2 versões de certas obras, essa sendo um exemplo perfeito disso. Lança uma versão toda chique, papel de altissima qualidade, capa dura, contra-capa, cobre cento e lá vai buruduada, mas ai lança tambem uma versão “básica”, papel mais simples, capa mole (realmente não vejo sentido nessa HQ em particular do cdz ter capa dura) e cobre bem menos, pronto, todo mundo fica feliz. Talvez eu só esteja muito desconectado com o mercado de mangás e HQs moderno mesmo, mas não consigo achar “normal” esses preços.

    • Lode das Trevas

      Eu entendo o seu choque com essa proporção página X preço, mas quadrinho franco-belga tradicionalmente tem essa dinâmica desde… bom, desde sempre!

      Os álbuns produzidos por lá são produzidos num ritmo de 8-12 meses, sempre coloridos, muitas vezes pintados, com poucas págias e sempre nesse tamanho gigante. É essencialmente o contrário do mercado de mangás!

      Acho que o mais curioso é que lá é um formato bem acessível pela cultura de leitura europeia, você encontra Tintin vendendo em caixa de supermercado como se fosse bombom. Aqui no Brasil que é artigo de luxo…

      • Willian Marins

        Bom, entendo que funcione assim lá então, mas o mercado aqui é diferente, o produto deveria se adaptar, é só olharmos para as HQs americanas. No Brasil eles não lançam as revistas individuais, eles lançam “coletâneas”, por assim dizer. Quem já tentou colecionar HQ de marvel ou dc aqui no Brasil sabe, os números não batem com os la de fora, muitas vezes nem os nomes das HQs, pois de novo, muitas vezes eles não lançam a HQ individual de cada herói, eles lançam uma “x-men”, por exemplo, que aglomera tudo lançado de personagens do x-men naquele mês/semana que a “coletânea” diz respeito.

        Enfim, o que quero dizer com isso é que o formato foi adaptado, não era viável lançar aqui como lançam no país de origem (no caso EUA), e acredito que esse no cdz devia ter feito o mesmo. É uma pena porque realisticamente esse acaba sendo um produto apenas para quem é MUITO fã do cdz ou para quem já coleciona. Não consigo ver um consumidor casual de mangas/HQs vendo isso a esse preço e comprando. Sei que nunca vai acontecer, mas ai que volto aquela minha ideia “doida” de em casos assim termos 2 versões, uma “original”, baseada então na forma que é lançada lá fora, mais de “luxo” para nosso mercado, e uma versão “econômica”, em um formato mais simples e barato. Ou no mínimo, já que vão cobrar tão caro, deviam ter trago a versão extendida, nesse caso particular do cdz. Ainda não acharia ok o preço pelo produto oferecido, mas pelo menos não me sentiria tão lesado.

        Mas no fim das contas entendo que essas editoras sabem muito mais do que eu sobre essas coisas, com certeza elas fazem pesquisas de mercado e tem muitos dados para saberem o que lançar e como lançar, só fico frustrado mesmo com o que, aos meus olhos de um colecionador que se importa mais com o conteúdo nas páginas do que o material que tais páginas são feitas (por assim dizer), não consigo achar comercialmente justo. Só espero que não aconteça das vendas acabarem sendo ruins e eles culparem a obra em si ou a franquia, decidindo não investir mais neles. A gente já viu isso algumas vezes, com editoras querendo trazer gêneros menos populares de manga para o Brasil, mas em vez de trazer as obras que o pessoal queria traziam obras bem aleatórias e fracas, acabavam não vendendo muito e culpavam o gênero “os consumidores brasileiros não têm interesse nesse gênero”.

        Enfim, pretendo sim comprar essas HQs, mas apenas quando estiverem em uma promoção MUITO boa na Amazon. Quero apoiar cdz no Brasil, quero que tragam mais obras deles, como episode g assassin e requiem, mas não quero apoiar esse tipo de prática, esses preços, e esses formatos que acabam excluindo o consumidor casual.

    • alscx

      Como ja falaram, não adianta comparar esse publicação com mangás nem com comics americanos, já que é uma publicação franco-belga. Além dela ser toda colorida e em capa dura, tem a questão do formato, o formato europeu é bem maior do que o americano. Se for para tentar comparar preços, vamos comparar com outras obras do mesmo mercado. O mais recente volume de Asterix está custando R$59,90 por 48 paginas em capa cartão. Olhando assim não parece tão discrepante com o preço do Time Odissey. “Ah mas se fizessem um compilado sairia mais barato”, possivelmente, mas talvez ficasse um valor que assustaria ainda mais o s consumidores. Vamos usar Asterix novamente, o omnibus reunindo os 3 primeiros álbuns em capa dura está saindo R$189,90, mas tem 150 páginas só, um compilado de Time Odissey teria mais do dobro de páginas, quanto será que ficaria? Vamos tentar dar uma olhada em outra editora agora, a Pipoca e Nanquim publica os álbuns compilados de Blueberry, o volume 3 tem 380 paginas e sai por R$219,90, parece mais promissor, porém é uma publicação do ano passado, se saísse hoje já seria mais caro, mas vamos supor que desse pra fazer um compilado nesse preço, o que acha que um consumidor acharia mais atrativo, pagar mais de R$200,00 numa lapada só, ou gastar R$90,00 agora e só se preocupar com o volume 2 daqui vários meses?

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