Pipoca & Nanquim confirma que terá pelo menos um mangá de Hiroshi Hirata em 2020

Na manhã desta quarta-feira, 25 de dezembro de 2019, a editora Pipoca & Nanquim postou um vídeo, em seu canal no Youtube, realizando uma retrospectiva dos lançamentos do ano. Em meio a isso, a empresa comentou alguns detalhes sobre os mangás da empresa e confirmou que em 2020 haverá mais mangás do que neste ano.

A Pipoca & Nanquim comentou novamente do sucesso que foi a pré-venda de O Preço da Desonra, de Hiroshi Hirata, com quase 3000 cópias vendidas, e ainda disse que por causa disso a tiragem acabou sendo bem alta e mesmo assim os estoques da empresa estão quase zerados, com apenas 150 cópias ainda disponíveis. Em virtude do sucesso, a editora tem a pretensão de trazer ao menos um mangá do autor por ano e confirmou que um já está previsto para 2020. A Pipoca & Nanquim, no entanto, não revelou qual o nome do novo mangá.

Apesar do plano de trazer ao menos um mangá do Hirata por ano, a empresa comentou que é um pouco difícil, pois as obras dele são antigas e estão espalhadas por diversas editoras no Japão. Mesmo assim, a Pipoca & Nanquim irá atrás e tentará lançar mais obras do autor, sim. Como dito, uma já está confirmada para 2020.

 A editora também comentou sobre os outros mangás da editora. Guardiões do Louvre, lançado em 2018, teve uma reimpressão agora no fim de ano. Virgem Depois dos 30, o primeiro lançamento do ano, foi um sucesso também e só tem cerca de 180 cópias nos estoques da empresa e também deve ganhar reimpressão em breve, assim como O Preço da Desonra. Por sua vez, O Último Voo das Borboletas também vendeu bem e os exemplares da Amazon estão para acabar. No entanto, a empresa ainda tem estoque e não será preciso reimprimir por agora.

Por fim, vale recordar que agora em janeiro já sairá o primeiro mangá da editora no próximo ano, Rohan no Louvre, estando em pré-venda na Amazon, saindo de R$ 69,90 por R$ 48,90.

3 Comments

  • Roberto Xavier

    Ex-funcionários da Panini mostrando como se trabalha. rs. Será que a matriz da Panini na Itália sabe disso? Acredito que não, pois teria renovado o quadro de editores ou tentado comprar a PN.

    • Bem, há que se lembrar que eles não eram funcionários da Panini propriamente dita. Eles eram funcionários da editora Mythos e a Panini controu a Mythos para fazer os mangás e os quadrinhos dela. Durante muito tempo, tudo o que a Panini produzia no Brasil era feito pela Mythos (mas agora alguns são feitos por um estúdio dentro da própria Panini, só que isso foi depois que os carinhas do PN saíram).

      Então havia vários níveis de diferença entre os grandes comandantes e eles: Panini Itália – Panini Brasil – Mythos – Funcionários da Mythos.

      • Roberto Xavier

        Mas nada disso tira o mérito dos caras ou a incompetência da Panini que além de fazer um por diversas vezes trabalhos porcos mostra inabilidade no trato com o público e desconhecer o potencial do seu próprio mercado.

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