NI 459. Autora de “Black Butler” cola números indo-arábicos em seu mangá

Gente como a gente…

Ver as capas de Black Butler e tentar descobrir que número que é aquele volume, para muita gente, é um verdadeiro martírio, pois o mangá apresenta a identificação em números romanos. Embora todo mundo aprenda isso cedo na escola, nem sempre levamos tudo para a vida adulta, de modo que dependendo de sua área de atuação talvez você não tenha tido contato com os números e tenha desaprendido a maioria deles.

Daí que nesta quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020, Yana Toboso, autora do mangá Black Butler, mostrou que é gente como a gente ao postar, em sua conta no Twitter, uma foto de seu mangá em sua casa, com ela colocando os números indo-arábicos na lombada para não se confundir^^.

Na noite da mesma quarta-feira, o Tweet já tinha mais de oitenta mil retweets e quase cento e noventa mil curtidas, além de vários e vários comentários. A conta de uma livraria japonesa até chegou a comentar que eles próprios fazem isso em sua loja porque os consumidores muitas vezes se confundiam.


Black Butler (ou Kuroshitsuji como também é conhecido) é um mangá de autoria de Yana Toboso e está em publicação no Japão na revista de mangás shonens  GFantasy, da editora Square Enix, e atualmente possui 29 volumes já lançados e ainda segue em andamento.

No Brasil, o mangá é lançado pela editora Panini desde julho de 2012 e atualmente 28 volumes foram editados. O volume 29 está programado para ser lançado nos próximos meses.

Sinopse: Na Londres vitoriana se encontra a esplêndida mansão da aristocrática e próspera família Phantomhive, estando o conde Ciel Phantomhive à frente. Mas a única coisa que interessa a Ciel é se vingar daqueles que assassinaram seus pais e destruíram tudo o que importava para ele. Para conseguir isso, ele está disposto a vender sua alma para um demônio chamado Sebastian Michaelis. Atado agora como seu mordomo, Sebastian deve ajudar Ciel a se vingar e enfrentar todos os tipos de desafios neste mangá estonteante, original e aclamado.

8 comentários

    1. Também pensei isso… depois do 20 até entendo pq começou a ficar muito apertado o espaço aahahha

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  1. Se causa tanto problema, eles deveriam é adiciona-los em uma reedição, não precisa nem remover os romanos.
    Possivelmente esse problema se deva ao grande número de volumes. Pior ainda deve ser quando (e se) chegar no volume 40. Muita gente nem deve lembrar do que L representa, já que os mais comuns são X, V e I.

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  2. Eu fico é espantada, porque Japonês usa um sistema equivalente. 11 por exemplo, é praticamente a mesa coisa: XI e 十一. A única coisa que não existe no japonês é a subtração para valores como 4 (IV) e 9 (IX), tanto é que nos relógios é comum se usar o 4 e 9 como IIII e VIIII:

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