Famoso “””Yuri Verde””” vende quase 10.000 exemplares nas últimas semanas no Brasil

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Números de vendas de mangás quase nunca são divulgados no Brasil e o pouco que se sabe é de algumas vezes que mangás aparecem na lista de mais vendidos do site Publish News. A lista em questão media prioritariamente vendas em livrarias físicas, de maneira que bancas de revista, lojas de editoras e Amazon não eram computadas.

No início de agosto, porém, a lista dos mais vendidos do Publish News sofreu uma mudança e começou a apurar também a venda de alguns dos principais e-commerces, entre os quais a Amazon.

Como uma boa parte dos consumidores de mangás compram na gigante americana, a inclusão da Amazon poderia fazer com que mangás começassem a aparecer mais nessa lista. A mudança ocorreu há 5 semanas e desde então apareceram 3 mangás.

O destaque ficou por conta do famoso yuri verde, O Cara que Estou a Fim não é um Cara?!, de Sumiko Arai, com quase 10.000 exemplares vendidos contando os volumes #01 e #02 (9.481 para ser mais preciso). Vejam a lista seguir:


MANGÁS MAIS VENDIDOS ENTRE 04/08/2025 E 07/09/2025 SEGUNDO O PUBLISH NEWS


  • O Cara que Estou a Fim Não é Um Cara?! #01: 6.999 exemplares vendidos.
  • O Cara que Estou a Fim Não é Um Cara?! #02: 2.482 exemplares vendidos.
  • Cavaleiros do Zodíaco – Final Edition #04: 1257 exemplares.
  • Blue Lock #01: 1200 exemplares.

A lista dos mangás vendidos do Publish News é publicada sempre às segundas-feiras. A lista mais recente foi publicada ontem (15/09/2025) compreendendo as vendas ocorridas entre os dias #01 e #07 de setembro. Clique aqui para conferir.

Observação: O Cara que Estou a Fim Não É Um Cara?! #01 tinha uma edição com capa variante em pré-venda na Amazon. A lista dos mais vendidos do Publish News, porém, mostrava apenas a capa regular.


ALÉM DO PUBLISH NEWS


O Cara que Estou a Fim Não é Um Cara?! #01 também tem aparecido na lista de mais vendidos do jornal O Globo. A lista em questão não divulga o número de vendas, mas vale a menção, pois recentemente a obra esteve no topo dos mais vendidos.

https://www.instagram.com/p/DOJVlrXERQX/?igsh=MWR0MjFhcnoyNGxoMg%3D%3D

2 Comments

  • PMR

    Obra bem vendida e a editora segue pequena. Daqui a uns anos diz que precisa repensar o planejamento porque não vendeu o esperado. Imagina se antes tivéssemos mais acesso a isso na época que falavam essas coisas? Quantos cancelamentos/pausas seriam desmentidos na cara dura…

    Volume 1 de Blue Lock estar ali é sinal de que a obra vende bem, pois já teve reimpressão mais de uma vez de ao menos os cinco iniciais. Imagina quanto vendeu quando saiu originalmente na primeira vez se na reimpressão ainda vende esse monte. Detalhe – com esse preço atual de um tanko comum estando altíssimo, longe da era que já foi de R$12,90, R$19,90,… etc. E numa crise econômica infinda e ferrada.

    A impressão que tenho é que os títulos são cancelados quando um editor não gosta dele, não por baixa vendagem, ou então que a noção do que é “baixo” é muito arbitrária. Do tipo que se espera que tudo venda igual Naruto e aí fica triste quando uma obra fica na casa dos 10 mil como essa que sequer animê tem, achando que está pouco porque querem ter dez vezes de lucro/retorno em vez de algo mais realista como até mesmo cinco vezes (que já seria bastante também).

    MPEG mesmo diz que nenhum título deles vende mal. E eles lançam… Girl Crush. Quem conhece essa obra? Exato – ninguém, e ainda assim ela conseguiu, só pela sinopse, capa e divulgação, se pagar e se manter. E ela é pequena, não é multinacional (Panini) ou então uma que foi fundada com base em estreitar a relação Brasil-Japão (JBC).

    Enfim, é meio teoria da conspiração, mas eu senti isso especialmente com a Mythos recentemente. O editor quer que eu acredite que mangá de gato – um bicho que muitos gostam e adoram ler sobre – vende menos do que os quadrinhos de 200 reais que eles lançam um atrás do outro? Uhum – e eu sou o Padre Marcelo Rossi.

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      ˜MPEG mesmo diz que nenhum título deles vende mal. E eles lançam… Girl Crush.“. Cara, isso é balela. Nem toda obra tem boa saída. A editora diz isso para manter a boa imagem perante ao público/meio e também como jogada de marketing. Duvido que todas as obras que publica tenham bom desempenho de vendas. Enfim, concordo com os relatos das demais editoras, especialmente sobre a Mythos, que cancelou uma obra promissora de forma abrupta e sem comunicação oficial aos clientes (se alguém não tivesse perguntado na live, a situação teria permanecido como estava, sem que ninguém soubesse de nada).

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