Novo mangá pela Darkside Books: “Hideshi Hino Great Works” (Pesadelos Completos 2)

Saiba mais

A editora Darkside Books irá publicar no Brasil uma nova coletânea de obras de Hideshi Hino. Chamado originalmente de Hideshi Hino Great Works, e lançado no Japão em 2024, ele será comercializado por aqui com o título de Pesadelos Completos 2.

O mangá virá no mesmo formato de Pesadelos Completos (Hideshi Hino Best Works), com capa dura, corte lateral colorido e tamanho 16 x 23 cm. São 352 páginas e o preço é R$ 119,90.

Ele já está em pré-venda na loja da Darkside Books e a previsão de início dos envios é para o dia 6 de julho de 2026.

Nesta nova coletânea de Hideshi Hino, completa em um único volume, há a obra A Serpente Vermelha, já publicado no Brasil, no passado, pela editora Zarabatana Books.

Sinopse oficialO mestre do mangá de horror Hideshi Hino está de volta trazendo pesadelos ainda mais assustadores para fazer seus fãs perderem o sono. Inédita em língua portuguesa, a coletânea Pesadelos Completos Vol. 2 traz novas e impactantes histórias, em que o erotismo retratado de forma grotesca pelo autor alia-se ao seu universo bizarro e hipnotizante, onde o horror se entrelaça ao surreal. Em “A Serpente Vermelha”, um menino desafia os mistérios assombrosos da imensa casa onde sua família nada convencional reside. As bizarrices familiares estão prestes a soar como contos de fadas, quando uma serpente vermelha surge do espelho selado que protegia a casa de demônios. O desejo de fugir daquele lugar que tanto o atormenta leva o menino a se afundar ainda mais na maldição que assola a casa. Faz parte também da coletânea uma história sobre algo presente na vida de muitas pessoas: o desconforto térmico. O calor, literalmente enlouquecedor, faz o jovem filho de um vendedor de peixes enxergar e sentir coisas que talvez não estejam ali. Seu estado paranoico o leva a crises de pânico que provocam um medo profundo de situações cotidianas. Hideshi Hino nos presenteia com pílulas de beleza e sensualidade mergulhadas num caldo denso de bizarrice. Quando começamos a nos questionar se há limites para o absurdo retratado, descobrimos que as experiências pessoais do autor servem de pano de fundo para histórias que, na verdade, são autobiográficas.