Resenha: Dragon Ball – Edição Definitiva (Panini)

Comparando edições…

O clássico Dragon Ball dispensa apresentações, pois a história de Goku e companhia se estende até hoje com diversas obras derivadas para as mais variadas mídias. Não à toa o mangá original de Akira Toriyama continua sendo publicado e republicado em diversos países do mundo.

No Brasil, Dragon Ball foi lançado pela primeira vez entre 2000 e 2004 pela editora Conrad à época dividindo os 42 volumes originais em 83 edições (considerando DB e DBZ, divisão que a editora fez na época) de cerca de 100 páginas cada. Em 2005, a empresa começou a relançar o mangá, dessa vez seguindo a edição kanzenban japonesa que diminui o número de volumes para 34, além de trazer diversas páginas coloridas. Essa edição acabou inconclusa por aqui, cancelada no volume 16.

Nesse ínterim, a Conrad veio a perder todas as licenças da Shueisha e Dragon Ball ficou livre no mercado para que outra editora pegasse os direitos de publicação. A Panini, então, adquiriu a licença e relançou o mangá mais uma vez, entre 2012 e 2015, totalizando 42 volumes, sendo a primeira versão brasileira que seguiu o número de volumes originais.

Essa versão foi uma publicação bem simpleszinha, com miolo em papel jornal e a preço baixo. Muita gente queria uma edição melhorada, ao estilo da segunda versão da Conrad, tanto que assim que acabou a publicação já haviam pessoas pedindo um relançamento. A empresa foi bem clara, antes de 2018 não havia planos para o retorno do mangá. Dito e feito. Embora, a empresa tenha vendido um box com os volumes da publicação anterior nada de concreto foi feito até 2018, e somente em dezembro do ano passado, a editora anunciou o relançamento.

Apesar de alguns ruídos nas informações dadas pela editora sobre como seria essa nova versão, ficou claro que seria uma versão de luxo e foi exatamente assim que ela veio. Lançada no final de março de 2019, a nova edição chegou num acabamento lindo e hoje viemos falar sobre ela e fazer algumas comparações com outras edições de Dragon Ball anteriormente lançadas no Brasil, bem como com mangás de acabamento semelhante. Será uma postagem longa, então sente-se e aprecie…

  • Dragon Ball Edição Definitiva – Dados da Versão

A nova versão do mangá veio no formato 14,7 x 21 cm (parecido como Cavaleiros do Zodíaco Kanzenban e com A Menina do Outro Lado), com miolo em papel couchê fosco 150g (o mesmo de Guardiões do Louvre), capa dura em todos os volumes e uma grande quantidade de páginas coloridas. Serão 34 volumes ao todo em periodicidade bimestral. A média de páginas por tomo gira em torno de 240.

Comparação de tamanho. Foto: Blog BBM.

Como é perceptível na imagem acima, há uma ligeira diferença de tamanho entre Dragon Ball, Cavaleiros do Zodíaco e A Menina do Outro Lado, mas é coisa de milímetros. O mangá da Panini, porém, é mais gordinho devido ao tipo e à grossura do papel. A Menina do Outro Lado utiliza o offset e tem menos páginas, enquanto Cavaleiros do Zodíaco utiliza o Lux Cream e tem mais ou menos a mesma quantidade de páginas de Dragon Ball. Então o que se destaca mesmo é o papel usado na obra de Akira Toriyama, o couchê.

A capa dura dos três mangás têm consistência semelhante, mas o peso de cada um dos mangás é diferente provavelmente, também, por causa do papel do miolo. O Lux Cream é mais leve, o offset é intermediário e o couchê, de Dragon Ball, é mais pesado.

Em relação às páginas coloridas, elas são verdadeiramente lindas. A escolha do papel ajudou bastante a dar vivacidade às cores, apresentando uma charme extra a essa edição. Em comparação com as páginas coloridas de Cavaleiros do Zodíaco (que são em Lux Cream), as de Dragon Ball vencem e vencem com folga. O mesmo vale em uma comparação com a segunda versão de DB lançada pela Conrad, a versão da Panini também nos parece melhor em uma análise geral.

Já em relação às páginas em preto e branco elas têm aquele problema de refletir a luz, comum ao papel couchê, o que dependendo de quando e onde você estiver lendo pode incomodar. Ainda assim as páginas são belíssimas, apresentando um contraste entre o preto e o branco bem diferente. Eu sempre quis saber como seria um mangá todo couchê com várias páginas em preto e branco e posso dizer que gostei do que eu vi.

O acabamento como um todo está muito bom. Apesar de ser relativamente pesado comparado a outros mangás semelhantes, você consegue folhear e ler o volume sem qualquer problema, as folhas são maleáveis e o tomo abre por inteiro, do jeito que se espera de um produto em capa dura. Definitivamente, nada a reclamar nesse aspecto.

Quanto ao preço, ele custa R$ 64,90. Esse é um valor numérico extremamente alto que coloca Dragon Ball – Edição Definitiva como um dos mangás mais caros já lançados no Brasil, mas olhando o custo benefício, o valor cobrado pela edição não tem nada de anormal. Pelo contrário, ele é barato pelo que oferece. Capa dura, todo em papel couchê e ainda com várias páginas coloridas, saindo a R$ 64,90 é algo que a gente não consegue ver outra editora fazendo um preço tão baixo.

O que pesa é ele ser bimestral. Essa é uma periodicidade muito curta para um mangá por esse valor. Fosse trimestral daria para o “consumidor comum” acompanhar de boa, bastando eliminar a compra de um mangá por mês da editora que assim ele juntaria o valor de Dragon Ball sem muito esforço. Sendo bimestral torna-se mais difícil e a obra acaba destinada a uma parcela mais abastada da população.

  • Capa, quarta-capa e capas internas

Ainda falando dos detalhes mais visuais de Dragon Ball – Edição Definitiva precisamos falar das capas do mangá. A capa em si possui alguns detalhes em verniz localizado no corpo do Goku e no carro da imagem. A quarta-capa não tem isso, mas nesse local a editora colocou uma sinopse da obra, além da indicação de preço. Por ser vendido em bancas de revistas, é o único dos mangás mais caros a ter o preço fixado na obra.

Em relação às capas internas, elas possuem uma guarda com o Sheng Long e algumas letras que formam o título do mangá, Dragon Ball. para quem não sabe o que é isso, a guarda serve para unir a capa ao restante do volume, portanto ela existe tanto no início, quanto no final do mangá.

Após essas folhas, o mangá verdadeiramente começa (ou termina), com uma folha de rosto, o sumário, entre outras coisas.

  • Comparando versões de Dragon Ball

A gente já falou que a estrutura física de Dragon Ball Edição Definitiva da Panini está muito boa, mas é a melhor versão do mangá lançada no Brasil? E se é a melhor, por qual razão é a melhor? Pois bem, como dissemos na introdução a este texto, foram lançadas três versões da obra anteriormente no Brasil, duas pela Conrad e uma pela Panini. Vamos destrinchar elas.

Conrad (1): Essa versão foi publicada em edições de cerca de 100 páginas e se assemelhavam a revistinhas. Tinha uma capa mais mole que podia rasgar fácil, mas por outro lado o miolo era em offset, o que faz hoje muitas pessoas usarem esse mangá de exemplo para falar que o offset é o melhor papel, pois ele não amarela. Havia sessão de cartas e tudo. Eram outros tempos.

Panini (1): A versão da Panini seguiu o número de volumes originais do Japão, 42, com tomos de cerca de 200 páginas cada. Possuía capa cartonada, o que a tornava mais resistente que a primeira versão da Conrad, mas era publicada em papel jornal, num acabamento para lá de simples que já naquela época desagradou alguns fãs mais fervorosos da obra de Akira Toriyama. O bom era o preço baixo para a época.

Conrad (2): A segunda versão da Conrad teve o nome de Dragon Ball – Edição Definitiva (assim como a nova edição da Panini), visto que ela seguia o kanzenban japonês, de 34 volumes. Tinha um preço que era extremamente elevado para a época, R$ 19,90, mas o acabamento era de um livro padrão, com capa cartonada com orelhas, além de miolo em papel offset. Era uma edição muito elogiada e que os fãs sempre lamentaram ela não ter sido concluída.

Além do acabamento diferente, essa versão da Conrad tem dimensões menores que a nova versão da Panini, mas o conteúdo é o mesmo, o mesmo número de páginas de história, o mesmo número de páginas coloridas, etc. Ambas as versões são baseadas na edição definitiva japonesa, por isso as capas são idênticas.

A edição definitiva da Conrad não tinha sinopse na quarta-capa e nem designação de preço, era como comprar no escuro. Não que Dragon Ball precise de apresentação, mas uma sinopse é sempre é algo bem vindo.

De modo geral, essa versão da Conrad é realmente boa. Não é uma versão verdadeiramente de luxo, mas não é para se jogar fora. Se você nunca viu essa versão, ela é como se fosse a edição da Panini de Vagabond, só que um pouco maior e com bem mais páginas coloridas.

Entretanto, vale repetir, Dragon Ball Edição Definitiva da Conrad perde muito em relação à edição da Panini por conta das páginas coloridas (o couchê faz grande diferença na hora de apreciar elas) e pela capa dura que dá um charme e um toque mais luxuoso e mais de edição definitiva que a obra precisa.

  • Mais detalhes de edição

Existem, porém, detalhes mais técnicos que fazem a edição definitiva da Panini ser melhor que a edição definitiva da Conrad. As imagens são ligeiramente mais nítidas, além disso, o trabalho de edição delas é mais bem feito. A Conrad não editava os fundos de certos quadros, deixando-os em japonês mesmo, enquanto a Panini os editou. Deem uma olhada:

Vejam como a Conrad deixou o texto de fundo em japonês, enquanto a Panini fez um trabalho melhor. Era importante no contexto que elas estivessem em português, para dar mais ênfase ao constrangimento da Bulma ao perceber que o Mestre Kame a vira sem roupa.

A versão da Conrad também perde em termos de tradução e adaptação.

  • Tradução e Adaptação

A tradução de Dragon Ball – Edição Definitiva ficou a cargo de Drik Sada. Ela é a mesma tradutora da primeira versão do mangá pela Panini e da segunda versão pela editora Conrad, que, como dito, também teve o nome de Edição Definitiva (a primeira versão de Dragon Ball pela Conrad parece que teve vários tradutores diferentes, segundo o Guia dos Quadrinhos. Nos primeiros volumes estava creditado a Suara Bastos. Mais tarde Drik Sada teve o nome também nessa versão).

Apesar de ser a mesma tradutora em todos os casos, a versão da Conrad e a da Panini possuem muitas diferenças, mas as duas versões da Panini são praticamente idênticas. Houve apenas uma ou outra mudança, uma escolha aqui, outra ali, o que indica que a empresa aproveitou a tradução que ela já tinha para fazer essa nova versão do mangá.

De modo geral, a tradução da Panini é melhor do que a da Conrad, pois a versão da Conrad não era bem adaptada com muitas passagens que pareciam omissões sem razão aparente. Um exemplo ocorre logo no início do mangá. Em um certo momento Goku vê Bulma e resolve dormir junto a ela do jeito que ele fazia com seu falecido avô. Ele estranha a situação, tira a calcinha da Bulma e dá um grito com o que vê. Aí ele diz o seguinte, na versão da Panini:

Na versão da Conrad, Goku fala o seguinte:

A cena se desenrola da seguinte forma, Bulma se levanta preocupada com as Esferas do Dragão, achando que elas tinham desaparecido, mas elas continuavam lá. Na versão da Panini, o duplo sentido fica claro, a Bulma se levanta achando que o Goku tava falando de uma coisa e não de outra. Na Versão da Conrad esse duplo sentido meio que se perde, pois ela se levanta quase que do nada. Óbvio que eu não sei como é no original, mas comparando as duas versões brasileiras, a adaptação da Panini soa bem melhor. Situação semelhante se repete na cena abaixo:

Outra passagem que mostra a diferença entre a Conrad e a Panini se dá no quadrinho abaixo. Na versão da Panini, a Bulma explica e dá nome a cada uma das Esferas do Dragão, enquanto na versão da Conrad não existe nada disso. Mais para frente isso não fará muito sentido, pois ao encontrarem uma nova esfera, o Goku falará o nome dela igual na versão da Panini. Na versão da Conrad fica um vazio sobre o como ele saberia disso, uma falta de padrão evidente.

Algumas escolhas de palavras, porém, eu prefiro a versão da Conrad. Em um momento em que o Goku demonstra não saber o que é eletricidade, Bulma diz, na versão da Panini, que não imaginava ele fosse tão alienado, enquanto na versão da Conrad, ela diz tão caipira.

Embora a palavra “alienado” seja adequada ao contexto, fica mais credível e bem adaptado ao perfil da Bulma usar “caipira”. Eu entendo que é uma forma pejorativa, mas dado o perfil da personagem não havia qualquer problema em usar. Vale comentar que isso vem desde a versão de 2012, não é algo novo. Como eu disse, a tradução de Dragon Ball – Edição Definitiva é praticamente a mesma usada anteriormente pela editora, apenas com algumas modificações.

Uma modificação das mais banais possíveis foi essa abaixo. Nessa passagem, a editora colocou um coraçãozinho na versão de 2012, enquanto na versão de 2019 não há mais ele. As duas versões da Conrad também não têm esse coração.

Uma mudança significativa em termos de adaptação foi em relação ao modo como os personagens se chamam. Na versão de 2012, por exemplo, o Pual chamava o Yamcha apenas de Yamcha e agora na versão de 2019, ele chama de Senhor Yamcha. Nesse sentido, teve um ponto em que a editora fez uma modificação e para nós ficou bem ruim e meio sem sentido.

A Panini NÃO usa honoríficos em Dragon Ball. Na versão de 2012 até onde li não tinha nenhum (mas não cheguei a ler toda a obra). Entretanto em um certo momento da versão de 2019, eis que a editora deixa um ou outro Son-kun do nada e sem qualquer razão aparente. Foram apenas duas falas em que isso acontece. Na versão de 2012, nesses momentos a editora colocou apenas Goku, em vez de chamar o garoto pelo sobrenome. A Conrad, por sua vez, apenas colocou Son. Vejam as imagens abaixo.

O que me parece é que seria estranho a Bulma chamar o Goku de “senhor”, como o Pual chama o Yamcha, então ela teve que colocar isso. Achei uma decisão equivocada. Esquecer que existia honorífico ali e deixar igual o que a Conrad fez ficaria de bom tamanho. Não é algo que faça diferença no fim das contas e colocar honorífico ali acabou com o padrão da editora já que a empresa não usa mais nenhum honorífico japonês em toda a obra.

Vale comentar que a Panini inclui um glossário para explicar diversas coisas do mangá, como os nomes, por exemplo, mas esse honorífico deixado lá não se explicou. Ou seja, se uma pessoa que não lê mangás encontra esse Dragon Ball por aí e resolve comprá-lo porque lembrou do desenho em sua infância vai ver a passagem e não entenderá nada. Acontece^^. Felizmente isso ocorre apenas em um momento específico, então não afeta muita coisa na leitura da obra.

  • Leitura e revisão

Apesar do gargalo mencionado acima, a leitura de Dragon Ball é bastante fluída. A tradução e a adaptação estão boas, de modo que se torna prazeroso acompanhar o mangá mais uma vez e rir das diversas piadas existentes nessa fase inicial da obra. Se é verdade que Dragon Ball se tornou famoso por causa das lutas, também é verdade que muita gente ama por causa da comédia desse início.

Por fim, também não encontrei nenhum erro de revisão, de modo que o trabalho da editora nesse mangá está realmente muito bom.

  • Glossário

Não é algo que faça verdadeiramente falta, mas as duas versões da Panini possuem um glossário para explicar diversas coisas acerca de Dragon Ball. Durante a leitura várias coisas passam e a gente apenas acha que é um nome qualquer (tipo Son Goku), mas se você lê o glossário explicativo várias coisas ficarão muito melhor referenciadas.

Como dito, não é algo que faça falta, mas é bom ter. A segunda versão da Conrad não tinha qualquer glossário. Então, ponto novamente para a Panini.

  • Detalhes Finais e Conclusão

Só para terminar, é importante explicar que no Japão o mangá foi concluído em 42 volumes e depois foi relançado em uma edição de 34 tomos, reorganizando capítulos e trazendo coisas novas. As páginas coloridas, por exemplo, não existem na versão de 42 livros. Assim, se você tem a primeira versão da Panini, o primeiro tomo se encerra no capítulo 11, quando Goku se encontra com o pai da Chichi. Na segunda versão da Panini, ele se encerra no capítulo 14, quando o Mestre Kame usa o Kamehame-Ha pela primeira vez. É por conta dessas diferenças que há apenas 34 volumes nessa nova versão.

Como pôde ser visto, a nova edição brasileira de Dragon Ball é muito bonita e bem feita. É, sim, de longe a melhor versão do mangá já lançada no Brasil. Se você gosta do mangá e tem dinheiro sobrando não deixe de adquirir, pois vale muito a pena.

  • Ficha Técnica

Título: Dragon Ball – Edição Definitiva
Autor: Akira Toriyama
Tradutor: Drik Sada
Editora: Panini
Número de volumes no Japão: 34
Número de volumes no Brasil até o momento: 1 (ainda em publicação)
Dimensões: 14,7 x 21 cm
Miolo: Papel Couchê 150g
Acabamento: Capa dura.
Classificação indicativa: Não há
Preço: R$ 64,90
Onde comprar: Amazon

As fotos da primeira versão de Dragon Ball pela Conrad são do nosso seguidor Luis, a quem agradecemos pelas imagens.
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14 comentários

  1. Tenho a primeira versão da Panini, e quando vi o preço que seria a edição definitiva, descartei logo de cara. Depois pensei melhor e como não compro nenhum mangá nos meses em que essa edição irá sair (por enquanto), não afetaria muito meu orçamento mensal se eu comprasse, então resolvi dar uma chance. Vendo as fotos da edição, não me arrependo de ter tomado essa decisão! Está lindíssima!

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  2. Tenho até a metade da primeira edição da panini, estive aguardando por esta edição. Agora que estou desempregada, vou aguardar um desconto pra pegar a primeira edição kkk ;-;

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  3. Gostei muito da resenha, acho que até foi tão boa quanto a que vi no canal HQZasso. Em relação aos honoríficos só uma observação. No original, a Bulma sempre chamou o Goku de “Son-kun” e a Panini simplesmente manteve conforme o original. Só não vi sentido a Panini utilizar “Senhor Yamcha” ao invés do original, “Yamcha-sama”, já que a Panini costuma manter honoríficos. Por eu ser muito fã de Dragon Ball, em especial o Clássico, essa é uma das poucas obras das quais sou verme (colecionar relançamentos, mesmo tendo edições anteriores),mas eu sou mais fã ainda do meu bolso. Só compro com promoção.

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    1. Acho que você entendeu errado. No texto, a gente deixa claro que a Panini não usa honoríficos em “Dragon Ball”. Por causa disso, é que o sem sentido é manter o “Son-kun”. Se ela não usa honoríficos, não faz sentido manter apenas um.

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      1. Curioso isso. Visto q em DBS a Bulma chama o Goku de Son-Kun. Inclusive no volume 5 tem a Bulma chamando ele assim diversas vezes. Padronização pra que né…

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      1. Comprei no Submarino a R$ 47,38 + frete e, desses R$ 47,38, recebi cashback de 30% por usar o Ame. Saiu menos de 40 reais já com frete incluso.

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  4. Gostei da matéria e das comparações. Realmente um mangá muito relançado aqui.
    O problema desse manga é realmente o preço, infelizmente essa edição é zicada pela falecida conrad e visto q dona panini n tem rodeios em cancelar, meu medo é começar a coleção e assim como a da “finada” conrad eu ficar só com um numero x de edições. Bem n devo comprar por agora e talvez nem arrisque, no máximo só o ultimo volume pelas 3 paginas extras q só possuem nessa versão. Isso logico se chegar até lá.

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  5. Eu tenho a versão Japonesa e realmente na cena em que Goku menciona ” Bolas ” foi o que exatamente ele falou na versão Japonesa…a omissão dessa palavra na versão Brasileira da Conrad me pareceu puritanismo…

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  6. O mais bizarro da tradução da Conrad na edição definitiva dela pra mim foi terem chamado a Arale de Arare, mesmo tendo usado Arale tanto no lançamento original, quanto no próprio Dr.Slump, além dela ter escrito ARALE de todo tamanho no boné e na camisa XD

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  7. Sou admirador dessa série – mangá e anime – e achei excelente o material do blog: muito preciso, técnico e, PRINCIPALMENTE, bem escrito, sem erros grosseiros da nossa língua. A explanação é dinâmica, abrangente, “cirúrgica”, e bem colocada, não devendo nada a bons escritores – comentaristas da série. Parabéns pela excelência do texto, pois, como disse, sou grande admirador e colecionador da saga: tenho tudo publicado no Brasil, portanto, sou conhecedor da estória. Novamente, parabéns.

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