CCXP 2019 – Comentando os títulos anunciados pela Panini

Na última sexta-feira, 6 de dezembro de 2019, a editora Panini divulgou uma lista com oito novidades para o ano de 2020. Foram títulos bem atrativos, para diversos públicos diferentes. Talvez tenha sido a primeira vez em todo o ano que tenhamos saído de uma bateria de anúncios da editora com a sensação de que ela realmente trouxe o que era necessário e pedido (embora ainda falte aquele mangá de vólei lá).

A seguir comentaremos um pouco sobre os títulos (curiosidades sobre a publicação deles em outros países e/ou sobre a história) e diremos se vamos ou não comprar cada uma das obras anunciadas pela editora.

Para saber a sinopse das obras, basta clicar sobre o título. Vem ver :).

Banana Fish dispensa apresentações, é um dos clássicos dos mangás shoujos dos anos 1980 e há muito tempo referência. Ganhou um novo up nos últimos tempos devido a uma adaptação em anime e, certamente por causa disso, finalmente ele chegou por aqui.

Já havia saído em diversos países muitos anos antes do anime, mas a animação ocasionou relançamentos pelo mundo. Foi anunciado, por exemplo, pela editora Panini em três países da Europa (Itália, Espanha e Alemanha), de modo que havia uma suspeita de que a filial brasileira também tivesse enviado uma proposta. No fim, aconteceu mesmo^^. Se você não conhece, dá  uma olhada no anime (tá no Amazon Prime Vídeo) e se decida a comprar se tiver dinheiro sobrando. Se você gosta de obras de ação, com tiro, porrada e bomba, Banana Fish é para você.

De minha parte, a compra ou não desse mangá vai depender da periodicidade e isso vale para todos os mangás que me interessaram dessa leva de anúncios porque teve vários de meus interesse. Se for mensal, não rola. Os preços da Panini dispararam nos últimos dois anos, de modo que as compras de mangás da editora precisam ser bem dosadas e comprar um título todo mês não cabe no orçamento. Bimestral também não me agrada em nada, mas dificilmente a Panini fará diferente, então farei um esforço para conseguir se for nesse caso. De todo modo, ao menos o primeiro volume irei comprar.

Quanto que a gente acha que vai custar? Depende do formato. Se for lançado na versão de 19 volumes em offset, acho que sai a R$ 24,90. Se sair como na Itália (BIG, com 10 volumes no total) acho que fica entre R$ 37,90 e R$ 43,90.

Esse era a maior barbada de todos os tempos. Não havia ninguém que acompanhasse o mercado se não soubesse ou ao menos não imaginasse que Demon Slayer seria anunciado devido ao imenso sucesso que foi o anime. Também não havia dúvidas de que seria pela Panini.

Quem conhece a história dos mangás no Brasil, sabe que a NewPOP nunca lançou um mangá da Weekly Shonen Jump e também sabe que a JBC não tem o costume de lançar mangás em andamento da revista. Desde antes da crise (econômica e editorial), a Panini sempre pegou os mangás em andamento, enquanto a JBC só lançava os mangás já concluídos ou em vias de conclusão. As únicas exceções foram My Hero Academia e Hunter x Hunter (além de Bastard!, mas esse é um caso à parte). Então, quando Demon Slayer se tornou um título popular, a única candidata real era a Panini. Não quer dizer que outras editoras não estivessem de olho e não pudessem lançar uma obra em andamento da Shonen Jump, mas o normal e natural, seria sair pela Panini.

Sobre a obra em si, ele é outro que dispensa apresentações tendo ganhado uma ENORME popularidade por causa da adaptação em anime. O mangá já saía na França (Panini, desde setembro de 2017), nos Estados Unidos (Viz, desde julho de 2018), Espanha (Norma, desde março de 2019) e Itália (Star Comics, desde abril de 2019).

A edição francesa, como já contamos aqui, foi um fracasso de vendas e acabou paralisado por lá. Com o sucesso da animação, a Panini francesa relançou a obra, dessa vez usando o título de Demon Slayer, e aí sim foi um sucesso absoluto, esgotando em pouco tempo.

O mangá também foi anunciado na Argentina pela editora Ivrea e começa a sair semana que vem (era para sair na última sexta-feira, mas por problemas na gráfica acabou adiado). Na Alemanha, começa a sair em fevereiro de 2020 pela editora Manga Cult. Na Polônia foi anunciado no mesmo dia que no Brasil, e começará a sair em março pela editora Waneko.

Como dito ali em cima sobre Banana Fish, se sair mensalmente não rola. Bimestral, talvez a gente faça um esforço, mas o primeiro volume devemos comprar com certeza.

Quanto que a gente acha que vai custar? R$ 22,90 ou R$ 23,90. Os mangás em offwhite estão saindo todos a R$ 22,90, mas nada garante que a cruel inflação não se manifeste novamente e o preço padrão aumente um real.

Eu não conheço esse mangá, não sei a história e nem nada além da sinopse. Entretanto, eu já imaginava que ele seria anunciado no Brasil. Ele é um mangá com poucos volumes e que ainda está em andamento, além disso começou a sair na Itália (pela Panini) recentemente. Esse é um conjunto de fatores que se assemelham a vários mangás lançados pela editora no Brasil (Atelier of Witch Hat, Gigant, Game, Caçando Dragões, Granblue Fantasy, etc). Além disso, como bônus, ele terá um anime em breve. Por tudo isso, era um título bastante óbvio.

Jujutsu Kaisen já saiu na Itália (Panini, em outubro de 2019, com direito até mesmo a uma capa variante), Estados Unidos (Viz, agora em dezembro de 2019) e Alemanha (Kaze, agora em dezembro de 2019). Além disso, sairá na França (Kioon, em fevereiro de 2020) e na Espanha (pela editora Norma, data ainda não definida).

Provavelmente eu vou comprar o primeiro volume para ver qual que é a desse mangá, mas não devo colecionar o título, pois tem Banana Fish e outros mangás anunciados que me interessaram mais.

Quanto que a gente acha que vai custar? R$ 22,90 ou R$ 23,90. Os mangás em offwhite estão saindo todos a R$ 22,90, mas nada garante que a cruel inflação não se manifeste novamente e o preço padrão aumente um real.

Mais duas adaptações em mangá da série de light novels Sword Art Online foram anunciadas. Mother’s Rosário adapta o livro 7 e Calibur adapta do livro 8 (ou uma parte do livro, segundo algumas fontes).

Se você acompanha este blog há mais tempo, sabe que eu amei a animação de 2012. A primeira temporada de Sword Art Online (ou a primeira metade da primeira temporada) foi algo que eu realmente gostei bastante, por causa da ambientação, aquele sabor da novidade, etc. O tempo passou, vieram novas temporadas e eu não consegui gostar ou antes eu perdi o total interesse. Nada reaviva aquele sabor de Aincrad, então parei de acompanhar. Muito provavelmente, eu deixe esses mangás de lado.

Sword Art Online Mother’s Rosario saiu na França (Ototo, entre 2016 e 2017), nos Estados Unidos (Yen Press, entre 2016 e 2017), na Itália (J-POP, 2018), México (Panini, 2018), Espanha (Planeta Comic, entre 2018 e 2019) e Alemanha (Tokyopop, 2019).

Sword Art Online Calibur saiu na França (Ototo, 2016), Estados Unidos (Yen Press, 2017), na Itália (J-POP, 2018), no México (Panini, 2018), Alemanha (Tokyopop, 2019). A obra sairá em 2020 na Espanha pela Planeta Comic.

Quanto que a gente acha que vai custar? R$ 22,90 ou R$ 23,90. Os mangás em offwhite estão saindo todos a R$ 22,90, mas nada garante que a cruel inflação não se manifeste novamente e o preço padrão aumente um real.

Nesta semana foi anunciado que o mangá The Quintessential Quintuplets deve se encerrar em quatorze volumes. Cheguei a comentar no Twitter que isso fazia a obra não ser mais tão impossível no Brasil. Uns dias depois, eis que a Panini já o anunciou. A obra é bem famosinha, teve anime recentemente (disponível no Brasil pela plataforma Crunchyroll) e já com uma segunda temporada anunciada.

Basicamente, um rapaz precisa agir de professor, ensinando algumas garotas que simplesmente não conseguem aprender nada, pelo menos de determinados assuntos. Essa é a premissa de The Quintessential Quintuplets. Trata-se de uma comédia romântica das boas, com a curiosidade de as protagonistas serem quíntuplas. O anime demora a engrenar, mas os que leem os mangás dizem que é muito melhor.

The Quintessential Quintuples já sai nos Estados Unidos (Kodansha, desde dezembro de 2018), Itália (J-POP, desde outubro de 2019), Argentina (Ivrea, desde novembro de 2019) e México (Panini, desde novembro de 2019). Em fevereiro de 2020 começa a sair na França (Pika).

Esse é um dos títulos que eu pretendo comprar, mas vai depender da periodicidade como já falamos antes. Sendo bimestral, provavelmente vai ser possível encaixar no orçamento. Se for mensal, será difícil.

Quanto que a gente acha que vai custar? R$ 22,90 ou R$ 23,90. Os mangás em offwhite estão saindo todos a R$ 22,90, mas nada garante que a cruel inflação não se manifeste novamente e o preço padrão aumente um real.

Basicamente, um rapaz precisa agir de professor, ensinando algumas garotas que simplesmente não conseguem aprender nada, pelo menos de determinados assuntos. Essa é a premissa básica de… We Never Learn. Ué, a gente já não escreveu algo assim antes, não?^^. Essa premissa é realmente muito parecida com a de The Quintessential Quintuplets, mas a execução e a história de We Never Learn é totalmente diferente. A gente iniciou falando isso porque por essa pequena semelhança, eu achava que ou viria um ou viria outro, pois é bastante raro vir tantas comédias românticas para o Brasil ao mesmo tempo. Fomos surpreendidos.

We Never Learn já sai na França (Kaze, desde setembro de 2018), Estados Unidos (Viz, desde dezembro de 2018), Espanha (Ivrea, desde julho de 2019) e Alemanha (Kaze, desde novembro de 2019).

Esse é um dos títulos que eu pretendo comprar, mas vai depender da periodicidade como já falamos antes. Sendo bimestral, provavelmente vai ser possível encaixar no orçamento, sendo mensal, não.

Quanto que a gente acha que vai custar? R$ 22,90 ou R$ 23,90. Os mangás em offwhite estão saindo todos a R$ 22,90, mas nada garante que a cruel inflação não se manifeste novamente e o preço padrão aumente um real.

Confesso que eu fiquei bastante surpreso com esse anúncio. Não era algo que a gente esperasse em hipótese nenhuma por diversas razões. Talvez você não se lembre, mas antes dessa época atual em que a Panini aumenta o preço de vários mangás em 5 reais de uma hora para outra sem dar explicações, os reajustes da editora eram pequenos, de cerca de cinquenta centavos, até um real. Apenas os mangás que não tinham muita vendagem sofriam aumentos maiores.

Pois então, lá em 2015, Vinland Saga sofreu um reajuste um pouco maior na edição 8, indo de R$ 11,90 para R$ 13,90. Dois reais de aumento era coisa rara e uma certa editora da Panini chegou a falar que esse aumento maior era necessário para o mangá conseguir ir bem sem percalços. Ou seja, dava para concluir que o mangá até que vendia, mas não vendia tanto assim, precisando de ter um valor maior do que outros (na época, os mangás da editora custavam R$ 12,90).

Outro motivo para eu não acreditar nesse relançamento é que, historicamente, a Panini não costuma relançar mangás já publicados por ela anteriormente. Foram pouquíssimos em toda a história e este ano já teve Dragon Ball e Monster. Será uma mudança de postura da empresa? Talvez, pois eis que o relançamento do mangá apareceu de verdade. Surpreendentemente, mas talvez tenha vindo no embalo da versão em anime da obra (disponível no Brasil pelo Amazon Prime Video).

Essa é uma boa oportunidade para você que não tem a versão antiga, vá sem medo nessa nova. Ela reunirá dois volumes em um só, o que diminuirá pela metade a quantidade de volumes. De minha parte, talvez eu compre o primeiro volume, mas não pretendo colecionar essa série de novo.

Quanto que a gente acha que vai custar? Entre R$ 37,90 e R$ 43,90. O mangá terá cerca de 400 páginas por volume e hoje em dia a Panini não faz mais preços baratos como antigamente. Lembre-se que O Marido do Meu Irmão tinha cerca de 350 páginas e saiu a R$ 37,90. Como esse tem cerca de 400 páginas pode vir um pouco mais caro.


Quais as minhas prioridades? We Never Learn e The Quintessential Quintuples. Se os dois forem bimestrais, consigo acompanhar os dois. Se os dois forem mensais, terei que escolher um deles. Hoje eu não sei qual eu escolheria. Depois desses dois, vem Banana Fish. Por fim, Demon Slayer e Jujutsu Kaisen.

A Panini não divulgou a data precisa de lançamento de nenhum dos títulos.

24 comentários

  1. Já está na hora da JBC seguir o exemplo da Panini e RELANÇAR aqueles títulos fds q ainda estão em publicação tanto no Brasil como no Japãozinho…
    Queria mt poder ter em mãos uma coleção no formato luxo de X(1999-Clamp), Vídeo Girl Ai ou msm uma coleção decente de Bastard!!!
    Acorda aí JBC com fim de Akira ou do S.S Kanzenban, traga a publicação de um clássico já lançado de volta, para quem não pôde ler comprar e quem já tem poder colecionar tb!!! E não aqueles anúncios sem apelo como fizeram recentemente…

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    1. Nossa, queria muito que a JBC trouxesse Video Girl de volta! Pra mim é facil o melhor mangá de romance da história da Shonen Jump e um dos melhores de todos os mangás.

      X e Bastard!! acho mais difíceis por conta de não terem sido encerrados (e sinceramente eu duvido que isso aconteça um dia). Mas X seria muito bem vindo junto com uma nova edição de Tokyo Babylon.

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      1. Leia Kimagure Orange Road. Video Girl até tem uma premissa interessante, mas se perde demais no andamento da obra. Eu tinha a série toda e após reler resolvi jogar tudo fora. Aquela cena do escorregador, pra quem tem mais de 18 anos, é o cúmulo da frouxidão.

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  2. Ridículo o relançamento de Vinland Saga em outro formato.
    Sacanagem com os vendedores, que ainda têm edições em estoque (e que com a falta de outros volumes, já esgotados, não vão se livrar tão fácil dos encalhes) e com os consumidores, que pelo preço provável, vão pagar mais caro, já que o volume 21 tem preço de capa de R$ 19,90.

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  3. A felicidade de um lançamento que eu estava esperando acaba quando o mangá sai pela Panini.
    Ela já está faz muito tempo com práticas de mercado terrível: Reajuste o tempo todo, shounen de lutinha sendo vendido a quase 30 conto, mangá que esgota e nunca tem reimpressão, qualidade gráfica baixa, os mangás em OffWhite são amarelos e os OffSet tem a gramatura tão baixa que são finos e quase transparentes.
    Eu comecei a comprar o mangá de Quintuplets na versão americana e acho que mesmo depois do anúncio aqui vou continuar comprando por la, faz tempo que decidi só fechar minhas coleções em aberto e não comprar mais nada da Panini, e até agora não voltei atrás dessa decisão.

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  4. Famosinha? A obra(gotoubun) é bem famosa, e o feito dela é mais incrivel que o de Demos slayer, que é um shounen que virou mega hit. Gotoubun é o manga de love-come mais vendido de todos.

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  5. Embora o papel seja ridiculamente ruim, vou continuar aqui com a coleção tanko de VS mesmo. E mesmo que não tivesse, provavelmente não pegaria essa nova. Panini tá apenas me afastando com todas as atitudes tomadas nos últimos anos (e a manutenção de algumas antigas, como a zero transparência com o publico).

    Desses lançamentos, só lamento mesmo pelas Quintuplas saindo por ela, que é um título bem legal e que provavelmente pegaria se fosse lançado por outra editora.

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  6. Estou vendo se pegarei todos (com exceção de SAO e Vinland Saga, que tenho a da Kodansha), mas a prioridade é Kimetsu, Jujutsu e o das quintuplas.

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  7. Bastante coisas legais sendo anunciados!
    Mas, boa parte não é muito do meu gosto.

    Jujutsu Kaisen e Banana Fish, boa parte dos reviews e comentarios que vejo são elogiando as respectivas obras, mas sei lá não desperta meu interesse.
    The Quintessential Quintuplets e We Never Learn, comédia romântica definitivamente não é pra mim, fico feliz pra quem gosta, mas não é a praia, não funciona comigo. Uma observação: o autor de We Never Learn já fez um spin-off de Nisekoi (Magical Pâtissière Kosaki-chan!!) e não duvidaria que cedo ou tarde apareça por aqui!
    Sword Art Online Calibur e Mother’s Rosario, Isekai em geral já deu o que tinha que dar, parece ser feito para um publico especifico que é LOSER na vida real, mas que no joginho ele se destaque de alguma forma(ou não), talvez seja bom para chamar o publico dos GAMES para assistir animes, mas não curto.
    Kimetsu no Yaiba, lembro que na época que foi lançado teve uma critica relativamente boa, mas o volumes no Japão não vendiam, demorou para as vendas subirem por insistência dos editores da JUMP, o que fez as vendas explodirem foi a escolha de um excelente estudio de animação, mas no geral o mangá não tem nada de mais, ele não é ruim, é legal, mas não tem nada de mais, o mangá possui uma arte bem peculiar, não sei se vai ter pessoas dropando por conta da arte, teve isso com Shingeki, a arte de Kimetsu não é ruim mas é provável que estranhem. Como hoje eu tenho que escolher os titulos a dedo e não comprarei.
    Vinland Saga, eu estou Feliz e Puto, feliz por sair uma edição bunitona (ainda quero ver como vai ficar o resultado final), e puto por já ter a edição de papel jornal eu nem culpo a editora por ter lançado em papel jornal porque na época a panini não usava papel offset, eu não sei o que vou fazer, se só fico com a velha, se vendo, se fico com as duas, vai depender de como vai ficar a nova edição.

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    1. Eu tinha pesquisado sobre o autor de We Never Learn várias vezes, visto as obras, mas nunca esse título passou pela minha vista. Ele fez um spin-off de Steins Gate também e isso sempre acabou ofuscando as outras. Bom saber. Muito obrigado mesmo por ter compartilhado essa informação :).

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    2. Sobre isekais, tem uma adaptação em anime na temporada chamado “The Ascendence of the Bookworm” e foge um pouco a esse padrão. É a história de uma moça que adorava livros, morre e vai parar em um mundo medieval que não tem livros. E nem tem aquela coisa de games e tal.

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  8. Pelo que entendi da CCXP, Banana Fish sairá em 19 tomos, como no original. Portanto, acho que deve sair por 24,90 mesmo. E vou me esforçar com esse preço , mas vou me esforçar pra comprar ele e o Vinland saga. Quero o volume 1 de Jujutsu tambem, pq gostei do que li do capítulo 1

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