
Comentando minhas leituras…
A ideia desta nova coluna de resenhas é falar das minhas leituras semanais. Não falarei sobre lançamentos (volumes #01 e volumes únicos, pois já tem matérias específicas para esses casos) e sim apenas obras regulares que estou acompanhando ou alguma releitura eventual que aconteça.
Assim eu posso falar com vocês um pouco mais sobre algumas obras, re-indicar elas, dentre outras coisas. Por fim, esta matéria não será aprofundada e sim apenas comentários gerais sobre as obras, o que estou gostando, imaginando e assim por diante. Dito isso, vamos à postagem, a terceira desta coluna^^:


Ao Ashi: Craques da Bola #08: eu li no site Manga Updates que a adaptação em anime de Ao Ashi cobriu até o volume #12 do mangá, porém ao terminar de ler o #08 ficou muito mais claro que o conteúdo já está quase no final da adaptação (o conteúdo do volume foi adaptado até o capítulo 18 do anime, de um total de 24). Assim, eu imagino (e espero) que tenha coisas interessantes que foram cortadas da adaptação animada para ele ser encerrado em um momento de clímax.
Digo isso, pois – como falo todas as vezes – esse mangá é muito bom e cada drama apresentado é interessante de acompanhar. Então se tiver um pouquinho mais de alguma coisa que eu já vi, já estarei bem contente.
Em relação à história apresentada, depois da intensidade dos volumes #06 e #07, vemos o protagonista, Ashito, se acostumando à sua nova realidade e buscando melhorar a sua habilidade para poder voltar a atuar em alguma partida.
Aqui, além do drama do protagonista, também começamos a ver um pouco de um outro personagem, que pouco a pouco vai ficando desacreditado por ele mesmo e não se sente mais confiante de atuar. O próximo volume deve se focar justamente nisso e já estamos no aguardo, esperamos que não demore tanto…
Ao Ashi: Craques da Bola está em andamento no Japão com 36 volumes. No Brasil, saíram 8 volumes até o momento.


Saturn Apartments #02: a primeira grande barreira ao ler Saturn Apartments #02 é tentar lembrar o que aconteceu no volume #01, pois ele demorou muito para ser lançado. Entretanto, após o início da leitura logo tudo se assentou, pois esse título é bem ao estilo de vida cotidiana e a gente consegue se situar rapidamente com pequenos detalhes.
Para quem não conhece, a obra se passa em uma espécie estação espacial, onde todos os humanos passaram a viver após a terra se tornar inabitável. O lugar é dividido em “castas”, sendo o lugar de cima para os mais ricos e o de baixo para os mais pobres. E tal qual na vida na terra, há preconceitos dos ricos para os mais pobres, dentre outras coisas.
Na obra a gente acompanha um menino que trabalha como limpador de janelas e, assim, vemos o dia a dia dele no trabalho e com as pessoas à sua volta, um passeio ocasional, uma comemoração, uma ajuda a alguém, etc, etc, etc.
O primeiro volume já tinha mostrado como Saturn Apartments é mangá bem interessante em que nossa realidade podia ser vista em uma realidade futurista. Entretanto, ele era meio parado demais e que poderia fazer algumas pessoas o acharem insosso e completamente chato. Esse segundo número, porém, mostrou-se ser muito mais cativante.
A gente vê algumas histórias lindas, alguns detalhes a mais sobre o lugar e o passado de um personagem, e a percepção de tempo passa com isso. É um título com boas camadas de reflexão, mas bastante leve e emotivo. Creio que vale mais atenção por parte das pessoas.
Saturn Apartments foi concluído no Japão em 7 volumes. No Brasil, saíram 2 volumes até o momento. O terceiro está em pré-venda.


Acho que meu filho é Gay #03: cada volume é melhor do que o outro e eu acho mesmo que quem não está comprando, precisa dar uma chance a esse título imediatamente.
Se você gostou de Takagi – A Mestra das Pegadinha e Gokushufudou: Tatsu Imortal, esse título realmente é para você, pois o mangá tem a mesma pegada, mas acompanhado de crítica social.
Basicamente a gente acompanha o dia a dia de uma família, mas especialmente de uma mulher que suspeita que seu filho seja gay, e a gente vê, assim, pequenos acontecimentos que giram em torno da suposta sexualidade do filho e do modo de pensar dela e da sociedade em geral.
É lindo, é leve, é reflexivo, é um título muito bom para se distrair, ao mesmo tempo em que vemos o desenrolar dos preconceitos e a tentativa de uma melhor consideração com o que é tido como “diferente”.
Acho que meu filho é gay foi concluído no Japão em 5 volumes. No Brasil, saíram 4 números até o momento. O último já está pré-venda.
OUTROS POSTAGENS DESTA SÉRIE:
- Leituras da Semana: “Silver Spoon #12”, “Ao Ashi #07” e outros mais
- Leituras da Semana: “Ao Ashi #06”, “Oshi no Ko #06” e outros…
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