
Obra nostálgica finalmente no Brasil
A editora Panini divulgou hoje, em um evento na cidade de São Paulo, que publicará no Brasil o mangá Captain Tsubasa (conhecido no Brasil como Supercampeões), de Yoichi Takahashi.
A obra começa a ser publicada em julho e virá com capa cartão e sobrecapa, seguindo a edição em 21 volumes.
As Informações são da Mangás Brasil no Instagram.
Atualização 18/05/2026: a obra entrou em pré-venda na loja da Panini por R$ 62,90 (clique aqui). A assinatura da coleção completa também foi posta no ar (clique aqui).

Captain Tsubasa foi publicado no Japão entre 1981 e 1988 nas páginas da revista Weekly Shonen Jump, da editora Shueisha, sendo concluído em um total de 37 volumes. Posteriormente ganhou uma reedição em 21 volumes. A obra possui ainda uma extensa franquia com diversos mangás derivados saindo até hoje.
Sinopse: Apesar de sua tenra idade, Tsubasa Oozora é um pequeno gênio, um Mozart da bola. Seu sonho: dar a copa do mundo ao Japão! Graças ao seu mentor, Roberto, um lendário jogador do Brasil, Tsubasa passa por um treinamento particularmente rigoroso e se junta à equipe Nankatsu. É o começo de uma aventura rica em partidas frenéticas, em encontros com adversários formidáveis que acabarão se tornando companheiros fiéis, para ir sempre mais alto, sempre mais longe, sempre mais rápido …








[…] o JBox ou O Vício não mencionaram a adaptação do título. A Biblioteca Brasileira de Mangás noticou como Captain Tsubasa, mas em textos posteriores, noticiando a pré-venda e no artigo do mangá na biblioteca, já tratou […]
Espero que Kingdom venha logo! Mas estou mesmo interessado em Yotsuba to…
Engraçado que sempre que perguntavam sobre tsubasa as editoras, principalmente a jbc, falavam “muito complicado” “muita burocracia por causa de marcas”, “tem que negociar com muita gente”, sendo que em outros países sempre foi publicado sem problemas, até já comentei em outros sites,Kyon vc acha que era só falácia ou tinha um fundo de verdade nisso? Pra mim era só falácia…
Há alguns anos eu tenho um achismo sobre essa questão: as editoras não tentaram negociar esse. Tentaram negociar alguma série mais nova da franquia.
Penso isso, pois quando saiu na Argentina, a Ivrea (editora do mangá por lá) falou algo desse tipo: “as demais séries não podem ser licenciadas por conta das marcas e os japoneses não querem ter problemas”.
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Isso da Argentina é algo que faz mais sentido. Muitas da fases mais recentes do mangá são inéditas ou não saem mais há muito tempo em nenhum país do ocidente.
Já essa primeira fase nunca deixou de sair. Esteve sempre saindo ou na França, ou na Itália, na Espanha, mais recentemente no México, na Polônia. Teve versão digital nos Estados Unidos…
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Então, a desculpa das editoras brasileiras não dava para acreditar.
Essa da Ivrea faz mais sentido com o que a gente vê mundo à fora.
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Aí tem o meu achismo a respeito. Será que tentaram licenciar essa primeira parte em algum momento? Ou só quiseram alguma mais recente e receberam aquela resposta? Nunca iremos saber.
Pode ter sido isso mesmo, acho o mais provável, mas o que me deixa feliz é que estamos tendo títulos que antes eram sonhos e agora se tornam realidade, pra mim se anunciarem kingdom e detective conan passo acreditar que não tem mais título impossível de sair aqui…se bem que já tô começando a acreditar agora…
Existem 2 títulos que eu acho impossível de vir pro Brasil, por inúmeros problemas que eles tem ou tiveram, se algum deles vier vai ser um milagre absurdo e ai sim pode acreditar que qualquer série pode vir, são eles: Gintama e Medaka Box. Gintama pq foi cancelado em 3 países pela baixas vendas EUA, na Europa e acho que algum aqui da América latina, tbm tem muita piada pra ser explicada e Medaka pq seria um trabalho editorial absurdo de adaptar tudo, lembro que falaram uma vez que alguns dos volumes tem 4x mais falas que um shounen normal e sem contar as explicações e glossário que teriam que ser feitas. Kingdom eu acho que vem uma hora, Conan não sei se o Brasil tem fandom pra isso.
Eu acho que pode ter sido o problema igual do Jojo, a editora japa sempre queria licenciar logo várias séries e o Brasil é bem problemático com séries grandes que não vendem, cof cof Toriko e tbm segue muito o mercado dos EUA, se falhar lá, geralmente não vem, ou vem em algum formato econômico. Tsubasa tem mais de 15 séries continuações e spin-offs ai é complicado demais principalmente pro Brasil que não lança spin-off praticamente de nada, por preguiça, venda baixa da série ou como o Cassius falou uma vez: “Ninguém vai parar a série principal pra comprar spin-off”, mas é só pensar um pouco ainda mais com séries perto da publi japa, um mês o spin-off e outro a série principal, mas enfim, enquanto ninguém pensar diferente vamos continuar tendo artbook de Demon Slayer e novel do Naruto até 2050… (Eu sei que é pq vende, mas tem muita série com spin-offs importantes pra história, tipo Bleach, Freezing e Gangsta). Então acho que pode ser isso, mas é uma vergonha o Brasil, ter só 3 ou 4 mangás de Futebol e a maioria recente tipo Blue Lock e Ao Ashi…
Muito improvável. Nos outros países, regra geral, só sai essa primeira série mesmo. Zero razão para o Brasil ser diferente.
No passado, as continuações até chegaram a sair na França e na Itália, mas pararam já tem uns de 20 anos. Hoje é só essa série mesmo em todo canto. O máximo fora disso, são algumas quadrinizações dos animes e uns spin-offs recentes (e bem curtos, como o Kids Dream).
Esse é o status da publicações do mangá no ocidente:
Houve publicações no fim dos anos 1990/início dos anos 2000 na Alemanha, França, Itália e Espanha. Além da primeira série, França e Itália lançaram algumas continuações até 2004/2005.
Depois dessas publicações, houve uma nova na França a partir de 2010, na Itália a partir de 2014, uma no México lá para 2016/2017/2018, outra na Itália em 2018, e depois de 2020 saiu na Argentina, Espanha, Polônia. E agora em 2026 vai ter uma reedição na Itália novamente. No meio disso também teve uma edição digital em inglês pelo Manga Plus e pela Viz. Além disso, a versão mexicana foi distribuída na Colômbia e alguns outros países da América Latina.
E todo esse período pós 2010 só saía a primeira série. A exceção, como dito mais acima, foram animecomics e uns spin-offs curtos e mesmo assim só na França e na Espanha.
Então, já poderia ter saído antes, pelo menos nesse período de 2010 em diante. De todos os médios e grandes mercados do ocidentes, fomos os últimos a ter a obra.
É então foi isso mesmo, desinteresse geral das editoras. Não estava no radar de ninguém por aqui, ai saiu o remake do anime e ainda agora com a Copa vindo apostaram tanto nos números e do hype pela Copa.