JBC lançará To love-Ru e Bullet Armors

 

 

to love ru

Por meio do Henshin online, canal de vídeos da editora no Youtube, a  JBC anunciou seus dois novos títulos para 2015, os mangás To luve Ru e Bullet Armors.

To love ru

To love-Ru é um dos sucessos recentes da Shonen Jump que ainda faltava vir ao Brasil. Considerado por muitos como o melhor ecchi da atualidade, To love Ru é de autoria de Saki Hasemi e Kentaro Yabuki e foi lançado entre 2006 e 2009 e rendeu, ao todo, 18 volumes.

O mangá ainda possui uma continuação, chamada To love Ru Darkness que ainda está em publicação no Japão, nas páginas da revista Jump Square, também da editora Shueisha.

Sinopse: Rito é um jovem estudante que não consegue declarar seu amor para Haruna, a garota de seus sonhos. Certo dia, ao chegar em casa de mau humor, Rito depara-se com uma garota completamente nua. O nome dela é Lala Satalin e vem do planeta Deviluke, onde é a herdeira do trono. Porém ela decide não voltar para lá, se casar com Rito e ficar na Terra. Como serão as desventuras de Rito e Lala? E como fica Haruna?

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Bullet armors

O outro título anunciado é o mangá Bullet Armors, de autoria de Moritya. O mangá foi publicado nas páginas da revista shonen Gessan (Shogakukan) de 2010 a 2012 e rendeu 6 volumes encadernados.

Sinopse: Neste mundo, há misteriosas máquinas conhecidas como TREMORS e que vivem a atacar os humanos. A razão pela qual elas apareceram e quem as construiu ainda é um mistério. Todavia, a parte mais estranha dos TREMORS é a sua capacidade de evoluir continuamente. No mangá seguimos a vida de um jovem chamado Ion que decidiu seguir os passos de seu pai e tornar-se um Breeder, uma pessoa com capacidade de controlar os TREMORS.

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Ambos os títulos sairão pelo selo Ink Comics, aos cuidados de Marcelo del Greco, e ainda não têm data definida para sair.

Biblioteca Brasileira de Mangás

3 Comments

  • Samara Barreira

    A vinda de To Love-Ru foi uma surpresa, mas em se tratando de Marcelo Del Mito (como dizem por aí), não deveria ser, afinal ele sempre traz mangás ecchis. Quem não traz é o puritano do Cassius. E agora que ambos estão trabalhando juntos, isso fica evidentemente comprovado.

  • E a pergunta que se faz cada vez mais é: pra que serve o Ink?
    Sério, a única explicação que vejo é que serve apenas para não parecer que a JBC satura o mercado tanto. “Ah, ao invés de 5 títulos nas bancas, nós só temos 3, os outros são da Ink”.

    Voltando aos anúncios, gostei de ver To Love-Ru. Eu não suporto mangá voltado ao ecchi. Porém eu sou do tipo que defende que todos os modelos devem ser publicados aqui, seja hentai, shonen ou outro tipo. Uma maior diversidade no mercado é sempre bom.
    Outro fator é o tamanho da série, 18 volumes é “um absurdo” para os padrões da JBC (fora Zetman que tem 20, mas o Cassius gosta). Então a vinda de um mangá assim mostra que nem tudo está perdido.

    Bullet Armors me deixou curioso, porém tenho medo depois daquele Kill La Kill que eu não comprei de tão ruim. Vou esperar chegar nas bancas pra ver.

    https://itadakimasuanimes.wordpress.com

    • Pelo que entendi, um dos objetivos do Ink é justamente esse mesmo: lançar títulos que só poderiam sair depois. Quando Kill la kill foi anunciado, o Cassius falou que sem o Ink Comics, o mangá só sairia o ano que vem.

      Acredito que o mesmo valha para Savanna Game, Bullet Armors e To love-Ru, sem o Ink eles demorariam mais para sair. Na prática isso significa que a JBC terá um ou dois mangás a mais em média por mês.

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