Jojo: preço provável divulgado

Editora revela preço a leitores

A editora Panini divulgou hoje, ao responder comentários de leitores, o último detalhe do mangá Jojo’s Bizarre Adventure que faltava, o preço provável do mangá. O mangá deve sair por R$ 29,90.

Falamos “preço provável”, pois recentemente a empresa tem dado algumas informações equivocadas aos leitores e essa poderia ser mais uma dela. Entretanto, o preço está dentro do que era esperado para a publicação devido ao número de páginas e o acabamento da obra. Como visto na imagem, a empresa promete divulgar essas informações de forma ampla e oficial em breve.

O mangá virá baseado no formato bunko, reduzindo o número de volumes originais. Assim, a primeira fase do mangá em vez de 5 volumes, terá apenas 3, possuindo uma média de 300 a 350 páginas por edição. Vale lembrar que a Panini licenciou apenas as três primeiras partes de Jojo’s Bizarre Adventure (são 8 atualmente) e se você deseja que todas apareçam por aqui o ideal é você comprar todas as partes, mesmo as que você não gosta, visto que a vinda das demais sagas depende muito do sucesso dessas iniciais.

***

Curta nossa página no Facebook
Nos siga no Twitter
BBM

26 Comments

  • Show!! Amei !!
    Achei o formato e o provavél preço muito justo, pela qualidade oferecida e quantidades de página dos volumes(mas se quiserem reduzir, aceito mais ainda, hehehe).

    Agora só espero ter tb um valor não abusivo de Hokuto No Ken, heim JBC!!

    • Tinham dito anteriormente que seria no formato de “Vagabond”. Podem ter mudado, mas precisaremos esperar mais para ver.

      • brenucci

        Se bem que o “formato Zelda” sempre me pareceu um “formato Vagabond” turbinado. Ou algo parecido HAHAHAHA

  • RPM Souza

    Só eu achei esse preço um absurdo? Depois não vende e não sabem porque… Ainda mais com os problemas de distribuição da panini, se não comprar logo, some…

    • Não foi só você, mas o valor não é um absurdo. Basta ver que além de vir no acabamento premium da editora, o mangá terá uma média de 300 a 350 páginas por volume. Então, o preço de R$ 29,90 é um valor dentro do que era esperado para esse tipo de acabamento e número de páginas.

      É claro que R$ 29,90 é um valor elevado considerando que a situação econômica do país não está fácil e que o mangá se trata de uma série longa, mas o preço não é nenhum absurdo, tá na média. Agora se vai vender ou não só o tempo dirá…

      • RPM Souza

        Mas, me corrija se eu estiver errado, esse formato é o mesmo de Vagabond, com umas páginas a mais? 10R$ de diferença é no meu ponto é muito caro pro formato, não apenas pro momento.

        • Não são umas paginas a mais, e sim quase o dobro de paginas. Não se esqueça também, que não é só o numero de paginas que influencia no preço final.

          • RPM Souza

            Sim, eu sei que não são apenas o número de páginas que influencia no preço (aliás, esse argumento contradiz o que você disse primeiro). Essa é a questão, 100 páginas = 10R$?!?!
            Se esse valor é aceitável (considerando o mesmo formato de Vagabond “com 100 páginas a mais”) então vamos todos agradecer e deificar ao P&N, porque o preço do Guardiões do Louvre ta uma caridade.

        • Eu citei que são quase o dobro, porque seu comentário deu a impressão de ser poucas paginas, o que não é, e não que essas paginas justifiquem diferença de preço. Isso de comparar obras com formatos parecidos é valido, mas sempre vai ficar no âmbito da especulação por não termos acesso a informações referente a valores principalmente de licenciamento.

  • Daniel de Oliveira

    É um preço salgado de mangá, mas se for pra Amazon, com os descontos dela, fica bem de boa de pegar.

  • samurandre

    parte 4 por enquanto é a melhor, pena nao estar nos planos iniciais de ser publicado por aqui

  • brenucci

    É, menos 30 conto no mês… por um lado acho que publicar Jojo seja um tiro no pé (e sou meio pessimista quanto a isso, duvido que veremos a maravilhosa parte 7 por aqui) eu acho que se der certo talvez sirva como abertura pra que alguns “mangás infinitos por serem divididos em vários arcos” cheguem aqui, como Kaiji, Baki ou o próprio Super Campeões

    • gilberto.

      Nem acho. Quem apostava que Vagabond daria certo? O mangá já teve 2 cancelamentos no Brasil, mas a Panini conseguiu fazer o mangá ter mercado. Jojo tem um apelo muito forte para quem coleciona mangá, pois é uma das obras mais populares do Japão e que só agora tá dando as caras no Brasil. O preço elevado é compatível com o formato apresentado, fora que esse é o preço de capa, as lojas venderão por um preço bem mais em conta.

      • Roses

        Na verdade, Vagabond sempre vendeu muito bem. Inclusive, pela Conrad, a série vendeu em formato meio-tanko descartável e formato luxo turbinado. Algo que apenas outro sucesso de vendas, Dragon all, também teve.

        O cancelamento de Vagabond pela Conrad não teve nada a ver com má venda, mas com a editora falindo devido vários outros aspectos.

        Em seguida, o cancelamento pela Nova Sampa foi pura incompetência da empresa. Além de um produto aquém à série que pretendia dar continuação, a editora não buscou trabalhar com novos leitores, mas ao invés apostou em dar continuação a algo antigo e esgotado, como se todos os leitores originais ainda colecionassem ou tivessem interesse.

        A Panini não fez nada de mais em Vagabond, fora o lógico, vender desde o volume 1. Não houve qualquer inovação ou golpe publicitário aqui.

        • Bruno dos Anjos

          “Meio-tanko descartável [da Conrad]”
          Meu deus, já é a segunda bola-fora da Roses que eu vejo nos últimos tempos. A primeira, lá no post da Mara do mercado mexicano de mangás, foi dizer que o México ganhou uma classe média estável nos últimos anos, sendo que as todas as pesquisas que fiz dizia o contrário (e olha que o termo usado no google foi “México diminuição da pobreza”). Agora ela vem com isso!
          A Conrad, nos primórdios, lançava todos seus mangás em papel offset (ao contrário de JBC e Panini, que lançavam tudo em papel jornal, e um bem ruinzinho ainda), e era um muito bom por sinal, tanto que você encontra mangá de 2000 da Conrad bem conservado até hoje (ao contrário dos primeiros mangás das outras duas, que estão bem amarelados em qualquer venda que eu encontre)! Pena que mudaram para papel-jornal no meio do caminho, devia ser prenúncio dos problemas financeiros…
          Melhoras, Roses. Eu sei que você é melhor que isso

          • Roses

            Haha, que revoltado.
            1. Sobre o México. Existe uma enorme diferença entre uma classe média estável, um aumento da classe média e diminuição de pobreza. Nenhum deles são equivalentes. O que o México ganhou foi uma classe média estável, ou seja, uma classe que está confortável dentro do país, ganhando bem com a industrialização e consumindo muito graças a isso. O México continua um país predominantemente pobre, não houve diminuição de pobreza considerável, as riquezas continuam concentradas nas classes mais altas.
            Aqui um textinho resumido para entender um pouco: https://www.investopedia.com/articles/markets-economy/062416/economics-mexicos-middle-class.asp
            Vale comentar que essa é uma trending desde 2013 (se não me engano), se for observar o exato momento, com o NAFTA em cheque tudo pode mudar de repente. Mas por enquanto, se as indústrias continuarem no México, haverá uma classe média estável pronta para consumir.
            2. Olha, eu colecionei tanto os tanko quanto os de luxo, eram descartáveis. Não é uma questão de nome de papel. Era offset, sim, com uma transparência desgraçada pior que várias da JBC, não tinha páginas coloridas e a impressão era super granulada. Bastava você abrir os dois volumes na mesma página para você perceber como um parecia um xerox de tão ruim e o outro era uma impressão de qualidade com dezenas senão centenas de tons de cinza. A encadernação então… aquela velha cola que desmanchava e soltava páginas; o outro, costurado com lombada quadradinha. A qualidade de um produto não se define pelo nome do papel usado, mas por todos os aspectos do mesmo.

  • Heitor

    A panini disse algo sobre como ele vai lidar com os nomes das stands/personagens?

  • Estou bem ansioso para o lançamento de Jojo já que tenho contato zero com a obra.

    Quanto ao preço eu acho aceitável pela qualidade que ele vai vir, fora que ainda tem uma boa quantidade de páginas a mais já que meio que compila 2 volumes. Só estou torcendo para a edição vir sem os erros recentes que os demais títulos da editora estão apresentando.

  • Se vier em um formato e editação de real qualidade, o preço fica até justo. Eu pretendo comprar, e espero que o numero de vendas de Jojo no Brasil seja favoravel para eles licenciar outros arcos da série

  • Bruno dos Anjos

    *RÉPLICA A ROSES, O BOTÃO DE RESPONDER COMENTÁRIO NÃO TÁ APARECENDO PARA MIM*
    OK, eu entendi o seu ponto. Valeu pelo esclarecimento, a parte da classe média é porque eu achava que não haveria classe média estável sem diminuição da pobreza… na verdade, tem (um pouco) a ver sim, foi o que aconteceu no Brasil, mas aí teve a crise e mostrou que nossa classe não é tão estável assim 🙁
    Sobre os mangás da Conrad, confesso que a última vez que peguei em um foi há muito anos (não consumi mangá por muito tempo), e na minha memória (falha) os mangás mais comunzão (não contando os mais luxuosos e voltados para livraria, como Adolf e Buda) da Conrad de 2000-2004 eram bons!
    Enfim, Roses, você é bacana. Só vou dar uma pesquisada nesse assunto da classe média, pois um link pra mim não foi o suficiente. Abraços!

  • Starrk

    Meu medo é lançar a esse preço e no meio da coleção ta pagando 40 pila, espero que façam tipo o preço do formato BIG da jbc. é alto, mas pelo menos se mantem o mesmo até hoje;;;

Comments are closed.

%d blogueiros gostam disto: