NI 358. Itália: Mangá “Samurai 8”, de Masashi Kishimoto, será lançado pela Panini italiana

Veja essa e outras notícias internacionais…

  • Samurai 8 é anunciado pela Panini… na Itália

O mais novo mangá de Masashi Kishimoto, autor de Naruto, já tem data para ser lançado no Japão. O primeiro capítulo está previsto para começar a sair no dia 13 de maio nas páginas da revista Weekly Shonen Jump. A obra se chamará SAMURAI 8 – HACHIMARUDEN e contará com desenhos de Akira Okubo. Na mais recente edição da Shonen Jump já foi lançada uma prévia de poucas páginas, mas o primeiro capítulo mesmo apenas sai em maio.

Enquanto isso, na Itália a editora Panini não perdeu tempo e já anunciou a publicação do mangá. O anúncio foi feito durante palestra da empresa no evento Napoli Comic Con. A editora não deu datas, apenas falou que em breve também chegará ao país. Você pode ver este e outros anúncios da matriz italiana da Panini no site da editora, clicando aqui.

  • Death Note ganhará uma nova história no Japão

A editora Shueisha divulgou que o mangá Death Note, de Tsugumi Ohba e Takeshi Obata, deve ganhar uma nova história em breve no Japão. Não foram dados mais detalhes, apenas foi dito que será uma história curta.

A informação foi passada por meio da plataforma europeia de streaming de animes ADN, em seu Twitter.

Death Note foi publicado no Brasil em duas oportunidades, ambas pela editora JBC. Na primeira, a editora concluiu a obra em um total de 12 de volumes e na segunda, em um total de 6, a chamada Black Edition que reunia dois volumes em apenas um. Além da série original, a editora ainda lançou o databook da obra o How to Read, e duas novels Death Note Another Note – O Caso dos Assassinos de Los Angeles e Death Note – L Change World. A versão Black Edition do mangá ainda pode ser adquirida na Amazon, clicando aqui.

  • Mangá “Blade” ganhará uma continuação no Japão

Se Death Note ganhará uma história curta, Blade, de Hiroaki Samura, terá uma continuação por meio de outros artistas. Chamado de Mugen no Jūnin – Bakumatsu no Shō (Blade – a lâminca do Imortal – Bakumatsu Arc), a obra terá Kenji Takigawa no roteiro e Ryū Suenobu nos desenhos. Hiroaki Samura está creditado como um colaborador.

O primeiro capítulo desse novo mangá será lançado dia 25 de maio na revista Afternoon, da editora Kodansha. Além disso, na próxima edição da revista haverá um anúncio muito importante para obra.

A sequência é ambientada no período Bakumatsu no século 19 (o mangá original foi ambientado no período Edo) e segue o personagem principal Manji, que inicia a história em uma vida de reclusão no domínio de Tosa, mas segue para o capital por um certo motivo. A história o fará confrontar os guerreiros mais fortes da época. As informações são do site americano Anime News Network.

Blade a lâmina do imortal foi lançado originalmente no Brasil pela editora Conrad, mas a obra acabou inconclusa. A editora JBC, posteriormente, adquiriu a licença do mangá e o relançou em formato BIG (dois volumes japoneses viram um no Brasil) completando a obra em um total de 15 volumes. Essa edição ainda pode ser adquirida na íntegra na Amazon, clicando aqui.

  • Mangá Furi Fura ganha filme em animação e filme em live action

Durante a semana que se passou, a editora Shueisha divulgou que o mangá Furi Fura – Amores e Desenganos, de Io Salisaka, ganhará dois filmes no oriente, um em animação e outro em live action (com atores). O filme de animação está previsto para maio de 2020 e ficará a cargo do estúdio A-1 Pictures. Já o filme em live action está previsto para agosto de 2020. As informações são do site americano Anime News Network.

Furi Fura começa a ser lançado no Brasil por agora pela editora Panini e custará R$ 22,90. Ele sairá bimestralmente. O primeiro volume você pode comprar em pré-venda na Amazon, clicando aqui.

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5 comentários

    1. Parece a americanização dos mangás que já ocorre com Dragon Ball e Naruto. Se fez sucesso e vende bem após o fim original, começam os spin offs ou histórias ” cânone ” que se passam em outro período. Eu senpre fico com um pé atrás de adaptações e continuações que não são animações e que não são feitas pelo autor original ainda que ele seja creditado como supervisor ou colaborador ou ainda diretor executivo. Afinal obras como Blade e Ghost in The Shell são complicadas de adaptar ou de manter a essência por serem bem originais em seu modo ainda que os temas sejam comuns.

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      1. Tenho o mesmo sentimento de americanização dos mangás. Uma das coisas que sempre admirei nesse nosso mundinho é o fato de, em grande maioria, os mangás serem produtos de um único autor, com início meio e fim, se evitando spin-offs, continuações, trocas constantes de autores, serializações paralelas, essa confusão toda que a gente já conhece de hq americana. É uma confusão entrar nesse mundo, enquanto começar nos mangás, por mais que tenha suas particularidades, seja bem mais simples. Por isso sempre que me perguntam como ler Naruto eu falo que é pra ler do volume 1 ao 72 e acabou. Pra ler Dragon Ball é ir do volume 1 ao 42 e assim por diante. Só isso, o autor original, a obra original. Não queria que o nosso mercado tivesse esse ritmo de ler do 1 ao 4 de determinada série, depois do 7 ao 18 de outra, depois o 1 ao 3 de mais uma, 43 ao 49 de outra, 1 ao 12 da série principal, só pra acompanhar uma saga.

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