Opinião

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O que a JBC pode ensinar às outras editoras brasileiras?

Bom dia, navegantes. Hoje é dia de postagem nova e especial. Aos que não sabem, há algumas semanas inauguramos uma série de postagens aqui no blog destacando atitudes positivas das editoras brasileiras de mangás que poderiam ser seguidas por suas concorrentes. Já fizemos uma matéria sobre a Panini e uma sobre a Newpop. Hoje faremos a última postagem desta série, falando sobre a editora JBC. Assim como fizemos nas duas postagens anteriores, iremos desconsiderar todos os erros e problemas da JBC e nos focar somente e tão somente em suas qualidades que poderiam ser copiadas por suas concorrentes. De novo informamos que isso é uma analise imediatista. Não sabemos o que pode acontecer futuramente e as editoras podem modificar-se em pouco tempo. E é justamente isso o que esperamos que acont...
O que a NewPOP pode ensinar às outras editoras brasileiras?
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O que a NewPOP pode ensinar às outras editoras brasileiras?

Há duas semanas publicamos a matéria O que a Panini pode ensinar às outras editoras. Ela foi a primeira de uma série de três postagens em que buscamos passar certos aspectos positivos de uma editora que poderiam ser seguidos pelas demais, como forma melhorar a imagem das empresas. Hoje daremos continuidade, falando da editora Newpop. Como dissemos na postagem passada iremos listar apenas as atitudes positivas e desconsideraremos todos os erros e aspectos da editora que precisam ser melhorados. Aqui importam apenas os acertos que poderiam ser seguidos por suas concorrentes. Também como dissemos na postagem passada, vale lembrar que essa análise é imediatista, referente ao presente e exato momento, e talvez não faça mais sentido daqui a alguns meses caso as melhorias apresentadas aqui sej...
O que a Panini pode ensinar às outras editoras brasileiras?
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O que a Panini pode ensinar às outras editoras brasileiras?

Muitas consumidores, por algum motivo desconhecido, gostam de comparar editoras de mangás, mostrando pretensas qualidades de sua favorita e apontando defeitos (e supostos defeitos) das concorrentes. Geralmente as discussões são improdutivas, pois muitas vezes há uma tentativa de desqualificar outras editoras por motivos, até certo ponto, infantis. Não achamos correto ficar comparando as empresas, pois cada uma tem suas especificidades. Como comparar uma multinacional com (possivelmente) centenas de funcionários com uma empresa nacional de 30 membros? E como comparar esta última com uma que só tem 4 empregados fixos? É preciso ser muito cuidadoso para não ficar criticando as editoras à toa, comparando infrutiferamente com as demais. Entretanto não se pode ignorar que as editoras têm sim...